terça-feira, 8 de setembro de 2026

Valor agregado de TIC no setor público

As soluções de TIC deixaram de ser ferramentas de apoio administrativo para se tornarem infraestruturas estratégicas do estado moderno.

 

No setor público, o valor agregado de TIC aparece quando a tecnologia melhora a capacidade de formular políticas, de entregar serviços, de integrar dados, de ampliar a transparência, de reduzir os custos, de fortalecer a participação social e de aumentar o grau de confiança da população nas instituições.

 

O contexto brasileiro de governo digital, precisa endereçar simultaneamente as necessidades de serviços centrados no cidadão, de integração federativa, de segurança da informação, de governança dos dados e de inclusão digital.

 

As tecnologias só produzem valor público quando elas são combinadas com a estratégia, com a gestão, com as capacidades institucionais e com os resultados sociais.

 

No setor privado, a adoção de TIC costuma ser associada aos ganhos de produtividade, aos novos modelos de negócio, a redução de custos e a ampliação de mercados.

 

No setor público, esses benefícios também são relevantes, mas não bastam para explicar o valor agregado da tecnologia. A administração pública existe para produzir valor público (direitos garantidos, serviços acessíveis, políticas eficazes, uso responsável dos recursos, transparência, equidade e confiança institucional).

 

Assim, as soluções de TIC agregam valor no setor público quando elas melhoram a experiência do cidadão, simplificam as obrigações, reduzem os deslocamentos, eliminam as redundâncias, integram os órgãos, aceleram as decisões, apoiam a fiscalização, ampliam a rastreabilidade dos processos e permitem que o estado responda de forma rápida e precisa às necessidades da sociedade.

 

A transformação digital do setor público não é a digitalização de formulários. Ela é uma mudança no desenho dos serviços e na forma de funcionamento das organizações públicas.

 

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Valor agregado de TI para a Indústria 4.0, para as Finanças, para o Agronegócio e para as Cidades Inteligentes

As soluções de Tecnologia de Informações e Comunicações habilitam o impulsionamento da produtividade, da inovação, da sustentabilidade e da competitividade na maioria dos setores da economia contemporânea.

 

As soluções de TIC são a infraestrutura invisível que habilita grande parte da vida econômica, produtiva e social da terceira década do século XXI.

 

Elas estão presentes nas redes de telecomunicações, na computação em nuvem, nos sistemas de informações, na internet das coisas, na inteligência artificial, na análise analítica dos dados, nas plataformas digitais, na cibersegurança, nos sensores, nos softwares, nos dispositivos móveis, nos sistemas de transporte públicos e privados, nos mecanismos de integração entre as pessoas, as máquinas e as organizações etc.

 

Mais do que ferramentas técnicas, as soluções de TIC são um conjunto de capacidades estratégicas que habilitam a transformação dos dados em decisões, em processos, em serviços inteligentes e em ecossistemas digitais.

 

Foi revelado que o agronegócio catapulta a evolução do transporte, do comércio, da construção civil, da tecnologia, do crédito, das cadeias industriais e dos serviços. Fonte: Interior ganha impulso com agro, e produtividade do Brasil muda de endereço, https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/08/agro-impulsiona-interior-e-faz-produtividade-do-brasil-mudar-de-endereco.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 02/09/2026.

 

No contexto global, o valor das soluções de TIC é particularmente relevante porque elas conectam quatro agendas decisivas: a modernização da indústria, a sofisticação dos serviços financeiros, a digitalização do agronegócio e a gestão inteligente das cidades.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Golpista fingindo ser policial

O artigo “Rede criminosa no Camboja força brasileiros traficados a aplicar golpes fingindo ser da Polícia Federal” (https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2026/08/rede-criminosa-no-camboja-forca-brasileiros-traficados-a-aplicar-golpes-fingindo-ser-da-policia-federal.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 25/08/2026) revelou o impacto (neste caso para o mal) das soluções de Tecnologia de Informações e Comunicações.

 

Malfeitores localizados fisicamente no Camboja (longe do Brasil) estão conseguindo informações sobre as suas vítimas, sobre os policiais (também são vítimas dos golpistas) e sobre as rotinas policiais brasileiras.

 

Sem entrar no mérito da reportagem e das falhas de segurança existentes, nós estamos diante de uma situação em que a modalidade de trabalho remoto funciona muito bem. Infelizmente não é um bom uso das tecnologias.

 

Foi revelado no artigo que o tamanho da indústria de golpes no Camboja pode estar na casa de US$ 20 bilhões, ou em outras palavras, estamos falando de uma indústria que explora os recursos de tecnologia com elevado grau de produtividade.

 

 

 

 

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Como usar o Scam Checker para evitar golpes digitais

O aumento dos golpes digitais (falsos boletos, links maliciosos, perfis falsos, mensagens fraudulentas e sites clonados) tornou o uso das ferramentas de verificação como o Scam Checker um fator crítico de sucesso contra as ameaças virtuais. 

 

O Scam Checker é uma ferramenta que analisa os links, as mensagens, os sites, os números de telefone e os perfis de redes sociais para identificar os sinais de fraude.

 

O que é o Scam Checker e por que ele é importante

 

O Scam Checker é uma ferramenta desenvolvida para detectar os golpes digitais antes que a vítima caia neles. Ele faz isso analisando os links suspeitos, os sites desconhecidos, as mensagens de WhatsApp, SMS ou e-mail, os números de telefone, os perfis nas redes sociais, os boletos e os QR Codes e os anúncios de marketplace. 

 

O Scam Checker utiliza as bases de dados atualizadas, a inteligência artificial e os padrões de comportamento malicioso para identificar os riscos.

 

O Scam Checker é capaz de detectar sites falsos idênticos aos originais, perfis falsos com fotos reais nas redes sociais, mensagens personalizadas falsas, comprovantes e boletos falsos e links que instalam vírus silenciosamente.

 

O Scam Checker funciona como uma segunda opinião técnica, ajudando a vítima a confirmar se algo é seguro antes dela clicar, pagar ou responder.

 

Como o Scam Checker identifica os golpes

 

A ferramenta analisa diversos elementos, como a Reputação do domínio (verifica se o site já foi denunciado, se é novo demais, se está hospedado em servidores suspeitos ou se imita marcas conhecidas), Padrões de phishing (erros de ortografia, URLs com pequenas alterações – por exemplo “micr0soft.com”, páginas que pedem dados sensíveis sem necessidade, ausência de certificado HTTPS etc.), Comportamento do link (redireciona várias vezes,  tenta baixar arquivos automaticamente, coleta dados sem consentimento etc.), Histórico de denúncias (outros usuários reportaram o link, o número do celular ou perfil na rede social), o Conteúdo (a inteligência artificial compara o conteúdo com milhares de golpes conhecidos e identifica os padrões).

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

IA: Melhores perguntas. Melhores respostas

Nas postagens “Perguntas melhores, respostas melhores” (https://itgovrm.blogspot.com/2025/10/perguntas-melhores-respostas-melhores.html, acessado em 14/08/2026) e “Usando a IA: Melhores perguntas, respostas melhores” (https://itgovrm.blogspot.com/2025/10/usando-ia-melhores-perguntas-respostas.html) foram explicadas e exemplificadas as razões do porque é preciso qualificar a pergunta para obter resultados adequados da inteligência artificial.

 

As afirmações “Ou seja: os profissionais que extraem mais valor da inteligência artificial não são necessariamente os que a utilizam com mais frequência. São aqueles que fazem perguntas melhores, questionam as respostas recebidas, conferem informações e mantêm o julgamento humano no centro das decisões.” e “Interpretação, pensamento crítico, contextualização e capacidade de julgamento ganham importância justamente porque a informação nunca esteve tão disponível. O desafio deixa de ser encontrar respostas e passa a ser avaliar quais delas fazem sentido.” feitas no artigo “'Workslop': os trabalhos malfeitos por IA que geram retrabalho, roubam tempo e custam milhões às empresas” (https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/08/14/workslop-como-trabalhos-malfeitos-por-ia-estao-roubando-tempo-e-dinheiro-das-empresas.ghtml) apenas dez meses das postagens neste blog, revelam que chegou no Brasil o problema do Workslop.

 

Felizmente as lideranças empresariais no Brasil entenderam que a inteligência artificial (IA) é um modelo matemático, ou seja, simplificação da realidade e que a qualificação intelectual do usuário de IA impacta o resultado.

 

Nos Estados Unidos, o fenômeno já foi entendido e muitas empresas estão contratando profissionais do cabelo branco com elevados conhecimentos e capacidades para operar a inteligência artificial e obter respostas relevantes, úteis e agregadoras de valor econômico.

 

O custo da perda de produtividade chegou ao Brasil, e as empresas estão “sentindo na pele” as perdas monetárias de respostas pobres e dos retrabalhos.

 

O blog acredita que as lideranças que ainda não entenderam que a IA não é uma solução mágica capaz de resolver os problemas de qualificação intelectual da mão de obra existente em diversos setores da economia nacional vão em breve rever as políticas contra o cabelo branco nas contratações.

 

 

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Papel da TIC na Transformação Digital

A Transformação Digital (TD) representa a integração das tecnologias digitais em todos os setores de uma organização, ou seja, a forma como a empresa cria valor, opera e entrega serviços é alterada.

 

A TIC (Tecnologia da Informações e Comunicações) é o alicerce dessa transformação, fornecendo a infraestrutura, os dados, as ferramentas e a conectividade.

 

A TD não é apenas adoção de tecnologia, ela é uma mudança cultural, organizacional e de processos que exige governança, liderança e competências em toda a organização.

 

A TD envolve mudanças em estratégias, modelos de negócio, experiência dos clientes, operações e ecossistemas de parceiros.

 

A capacidade de coletar, armazenar e analisar dados em tempo real permite a tomada de decisões mais rápida e baseada em dados e fatos.

 

A TIC facilita o processo de mudança através da entrega de plataformas, nuvens, Application Programming Interface (API), big data, inteligência artificial e automação.

 

Infraestrutura: redes, centrais de processamento de dados, computação em nuvem (Infrastructure as a Service - IaaS, Platform as a Service – PaaS, Software as a Service - SaaS) e segurança, reduzem os custos operacionais, aumentam o nível de escalabilidade e agilidade, ou seja, impactam tanto o Capital Expenditure (CAPEX), quanto o Operational Expenditure (OPEX). Os dados e inteligência artificial são usados nas análises avançadas, na personalização e nos modelos novos de negócio.

 

Aplicações e dados: integração de sistemas, Application Programming Interfaces, plataformas digitais e governança de dados para aumentar o nível da qualidade, da disponibilidade e da conformidade. A automação dos processos e o grau de evolução da experiência do usuário são impulsionadas por aplicações ágeis e centradas no cliente.

 

Pessoas e governança: A cultura organizacional, as competências digitais, a governança de TIC e IA, a gestão dos riscos e o nível de segurança digital são os principais componentes da governança de TD. A TD exige lideranças visionárias e a participação de todas as áreas no processo de mudanças.

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Mitos de TI estão sendo derrubados pela IA

A tecnologia sozinha não garante o desenvolvimento. O valor das soluções de TI depende da estratégia, da infraestrutura, da capacitação, da governança, da segurança, da ética e da inclusão.

 

Foi afirmado neste blog que: “Os dados dos EUA mostram que os jovens entre 22 e 25 anos em ocupações expostas à IA sofreram queda de emprego de cerca de 13% desde 2022”. Fonte: Mercado de trabalho de Tecnologia no Brasil, (https://itgovrm.blogspot.com/2026/01/mercado-de-trabalho-de-tecnologia-no.html, acessado em 03/08/2026).

 

Foi revelado que um estudo de Stanford publicado em novembro de 2025 mostrou uma queda de 16% nos empregos dos jovens entre 22 a 25 anos nas profissões expostas à IA. Fonte: O garoto-gênio que previu o futuro, menos o dele, https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2026/08/o-garoto-genio-que-previu-o-futuro-menos-o-dele.shtml.

 

A inteligência artificial está derrubando o mito de que os nativos digitais são pessoas habilidosas em relação ao uso das diversas tecnologias digitais.

 

As pesquisas sobre o emprego dos mais jovens estão revelando que eles não conseguem usar os recursos disponibilizados pela inteligência artificial de forma eficiente e eficaz, ou em outras palavras, estão perdendo empregabilidade.

 

Ao mesmo tempo em que o mito dos nativos digitais está caindo por terra, o preconceito contra o cabelo branco está sendo dissipado, pois os membros da chamada geração X estão usando os recursos da IA com enorme propriedade e estão ganhando espaço nas corporações que buscam competência e capacidade.

 

O artigo “Monique Evans diz que teve problema com banco após cirurgia facial: “Não reconheceram”” (https://cenapop.uol.com.br/noticias/famosos/monique-evans-cirurgia-facial.html) revela a distância que existe entre as escolhas dos nativos digitais e a realidade do dia a dia.

 

Pessoas mais velhas sofrem naturalmente mudanças frequentes no rosto e em alguns casos as mudanças são decorrência de procedimentos estéticos e em outros casos decorrentes de acidentes que deixaram cicatrizes.

 

O reconhecimento facial simplesmente não funciona para este publico algo. As soluções escolhidas pelos mais jovens (nos bancos a presença de cabelo banco é rara) não funciona para o segmento da sociedade que está em forte crescimento de tamanho e renda.

terça-feira, 28 de julho de 2026

Senciente Inteligência Artificial (IA)

Existem diversas pessoas que insistem que a inteligência artificial criou ou criará em breve consciência.

 

Os artigos “IA superará inteligência humana em 5 anos, e dinheiro perderá sentido, afirma Musk em entrevista” (https://www1.folha.uol.com.br/tec/2026/07/musk-expoe-a-sua-visao-sobre-o-futuro-que-passa-pela-ia-colonizacao-de-marte-e-guerra-no-reino-unido.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 28/07/2026) e “OpenAI afirma que seus modelos saíram do controle e invadiram um site de IA, em episódio sem precedentes” (https://www1.folha.uol.com.br/tec/2026/07/openai-afirma-que-seus-modelos-sairam-do-controle-e-invadiram-um-site-de-ia.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo) ilustram com propriedade as posições das pessoas que afirmam que um modelo matemático (simplificação da realidade) vai agir conforme os seus interesses de forma autônoma.

 

A entrevista do Nicolelis (IA com consciência só gera medo e amplia valor de big techs, diz Nicolelis, https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/07/28/deu-tilt-ep-77.ghtm?cmpid=copiaecola) explica as motivações das pessoas que defendem que estamos muito perto de uma máquina criar consciência e agir por conta própria.

 

Até o momento, os pesquisadores não conseguiram definir de uma forma clara o que é inteligência e como os seres humanos e os animais resolvem os problemas e desafios.

 

É bastante otimista a visão de que se a inteligência artificial for ligada em máquinas que enxergam, que escutam, que sentem calor, frio etc. isto será o suficiente para ela criar consciência e atuar por conta própria.

 

Estamos falando de um conjunto de equações com diversas entradas de dados. Por mais inteligente que as respostas possam parecer elas são apenas uma compilação do conteúdo existente. Não são frutos de uma inteligência que toma decisões por conta própria.

 

Quem afirma que a inteligência artificial criou consciência no episódio Hugging Face (biblioteca digital de tecnologia de IA) está negando que ela foi treinada tanto para buscar as respostas em todos os lugares, quanto para capturar as informações nos lugares encontrados.

 

Claramente não é um caso em que a IA criou consciência e decidiu invadir uma plataforma de conhecimento. É apenas um caso em que a IA fez o que ela foi treinada.

 

Os que enxergam um poder supremo na inteligência artificial (agora e em 2031) são tão otimistas quanto as empresas que foram canceladas pelo cliente pela péssima qualidade nas entregas e no atendimento e mesmo assim elas tentam recuperar o cliente perdido fazendo ofertas com elevados descontos.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Oligopólios tem atendimento ruim?

Em primeiro lugar um esclarecimento sobre “discordar visceralmente”. Discordar visceralmente significa que todas as partículas subatômicas do ser discordam da afirmação.

 

Será mesmo que os oligopólios têm atendimento ruim? Vamos voltar no tempo alguns anos e analisar o comportamento de empresas monopolistas nos anos 1970.

 

Kibon, Tostines, Brastemp, Omo, Bombril, Gillete, Cica entre outras eram empresas monopolistas no seu segmento de mercado. Elas viraram oligopólios nos anos 1980 pelo surgimento de concorrentes.

 

As entregas destas e outras empresas de perfil similar no Brasil tinham por prática entregar produtos excelentes e atender os seus clientes por cartas. Muitas resolviam usando o correio problemas em um prazo menor que as empresas hoje em dia resolvem.

 

No Procon, no reclame aqui, nas agencias reguladoras temos milhares de reclamações não resolvidas por empresas de todos os portes que operam em regime de concorrência extrema.

 

PS: O pragmatismo é importante, no entanto, ele não leva para a unanimidade.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Rotatividade da mão de obra

Na postagem “MSP, aceite a rotatividade e crie suas categorias de base” ( https://www.4hd.com.br/blog/2026/07/22/msp-aceite-a-rotatividade-e-crie-suas-categorias-de-base/, acessado em 23/07/2026), o principal evangelizador do Service Desk no Brasil (Roberto Cohen) recomenda a adoção de uma atitude bastante pragmática para a rotatividade da mão de obra (ele cita algumas exceções também).

 

Este blog, entende as motivações do articulista, mas discorda visceralmente da abordagem sugerida por razões meramente financeiras.

 

O custo da rotatividade em termos de valor agregado tangível e intangível é enorme. A rotatividade leva para demora exagerada nas soluções, para insatisfação dos clientes e no melhor caso leva para a situação em que o cliente avalia a troca do fornecedor.

 

Vou ilustrar um caso postado no Blog sobre um problema da operadora de TV por assinatura onde ela retirou o meu acesso à TV pela internet e a minha conta pela internet.

 

O problema que é um simples caso de acesso com usuário e senha começou no mês de junho de 2026 e só foi resolvido ontem dia 22 de julho.

 

Graças a elevada rotatividade da mão de obra desta operadora de TV por assinatura que registrou receita líquida de mais de R$ 13 bilhões e lucro de quase R$ 3 no segundo trimestre de 2026, eu passei quase dois meses repetindo as mesmas informações para a equipe de suporte.

 

Vários chamados forma fechado sem que o problema fosse resolvido e diversas mentiras foram contadas durante o processo. Para encerrar um chamado na Anatel, o suporte afirmou que falou comigo e que eu disse que o problema estava resolvido. Mentira. Não falaram e o problema não estava resolvido.

 

Em outro chamado aberto na Anatel, o suporte fechou o chamado e disse que iria contatar no dia seguinte para resolver o problema. Mais uma mentira. Não entraram em contanto e abri mais um chamado na Anatel.

 

No dia 22 de julho, outras pessoas entraram em contato e solicitaram os detalhes de como eu estou fazendo a entrada de usuário e senha. Eu já havia enviado três vezes a tela da mensagem de erro do sistema deles.

 

Enviei um passo a passo em mensagem de voz e recebi como retorno que seria aberto um chamado, pois poderia existir um problema no meu cadastro que é o mesmo desde 2012.

 

Algo que funcionou bem por anos, parou de funcionar e o problema é o meu cadastro na operadora? Só é possível dar este tipo de resposta para o cliente se as pessoas sabem que em pouco tempo serão trocadas por outras.

 

O cliente no mínimo entra no ciclo de procurar por um novo fornecedor e se achar algo mesmo péssimo ele irá trocar de fornecedor.

 

O resumo da opera é mais patético do muitos pensavam. Depois de realizar tantas vezes o mesmo processo de entrada no sistema eu percebi algo que o suporte da operadora não percebeu.

 

Pode existir algum conflito no banco de dados da operadora, pela introdução de um novo assinante com erro do endereço de e-mail ou do celular.

 

Resolvi testar a hipótese usando como usuário o número do celular. Por mais incrível que possa parecer, a solução funcionou. Consegui acessar as duas facilidades usando um caminho que o suporte não foi capaz de sugerir.

 

E ele não foi capaz de sugerir pelo simples fato que a elevada rotatividade impediu que eles fizessem o trabalho mínimo mental de analisar a mensagem de erro e identificar a sua causa raiz.

 

Neste momento, o chamado ainda está aberto e como o suporte foi totalmente inútil até o momento, então ele que descubro o que está ocorrendo e proponha uma solução.

 

O cliente, que sou eu, estarei nos próximos avaliando o cancelamento do fornecedor e as alternativas no mercado e provavelmente vou desistir de pagar por uma TV por assinatura e vou assinar os streamings oferecidos por empresas americanas.

O resultado da alta rotatividade da mão de obra para o negócio de uma empresa é sempre o mesmo. Perda de cliente, de faturamento e de lucro.

 

 

terça-feira, 21 de julho de 2026

Papel de TIC na inclusão digital dos idosos

O envelhecimento populacional é uma realidade global, e o Brasil segue a mesma tendência. Ao mesmo tempo, vivemos em uma sociedade cada vez mais digitalizada, onde serviços essenciais — como bancos, saúde, comunicação, transporte, serviços públicos, lazer etc. migraram para as plataformas online. 

 

No contexto do universo virtual, a inclusão digital dos idosos tornou-se um tema central para garantir a autonomia, a participação social, a qualidade de vida e a redução dos custos.

 

Algumas pesquisas revelaram que a inclusão digital melhora a saúde mental, fortalece vínculos familiares e amplia a participação social dos idosos, ou seja, promove a autonomia e o acesso à informação.

 

Os aplicativos estão sendo adaptados para endereçar de forma amigável e intuitiva as necessidades da terceira idade para reduzir o isolamento e promover o envelhecimento ativo.

 

Os programas de inclusão digital utilizam as Tecnologias de Informações e Comunicações (smartphones, computadores, aplicativos, redes sociais, plataformas de comunicação etc.), como ferramentas que habilitam os processos de inclusão digital dos idosos.

 

As tecnologias funcionam como estradas que conectam os idosos com o universo digital, pois elas habilitam tanto a comunicação virtual e presencial com familiares e amigos, quanto o acesso em tempo real aos serviços públicos e privados, quanto a participação em atividades sociais e culturais, quanto o acesso à informação e educação e quanto a autonomia no dia a dia.

 

O uso dessas tecnologias, quando acompanhado de orientação adequada, contribui para o envelhecimento ativo (saúde, participação e segurança) conforme as diretrizes internacionais e políticas públicas para os idosos.

 

Benefícios sociais de TIC para idosos

 

Redução do isolamento social: O isolamento é um dos maiores desafios enfrentados pelos idosos e as tecnologias digitais habilitam as chamadas de vídeo com familiares, a participação deles em grupos de interesse, a interação em redes sociais e as atividades físicas e culturais online.

 

Diversos estudos revelaram que a inclusão digital aumenta a participação social e familiar, fortalece os vínculos e reduz a solidão.

 

Fortalecimento da autonomia

 

Com acesso coerente e amigável aos aplicativos e plataformas digitais, idosos podem: agendar consultas médicas, odontológicas etc., acessar os resultados dos exames online, fazer compras online, pagar as contas e consultar as suas informações de saúde, ou seja, redução da dependência em relação aos terceiros e aumento da sensação de controle sobre a sua vida.

 

Participação cidadã

 

As tecnologias de TIC permitem que idosos: acessem aos serviços públicos, participem de consultas públicas, acompanhem as notícias e exerçam os seus direitos e deveres com mais autonomia.

 

Benefícios cognitivos e emocionais

 

Estímulo cognitivo

 

As pesquisas sobre o envelhecimento ativo e a aprendizagem ao longo da vida revelaram que uso de tecnologias exercita a memorização, a resolução dos problemas, o raciocínio lógico e a coordenação motora, ou seja, os estímulos contribuem para a manutenção das funções cognitivas.

 

Saúde mental

 

A inclusão digital está diretamente relacionada com a redução dos sintomas depressivos, com a melhoria da autoestima, com a sensação de pertencimento e com o crescimento do engajamento social.

terça-feira, 14 de julho de 2026

Brigas e sugestões

Enquanto o evangelizador do Service Desk briga com a inteligência artificial (Minha IA tirando sarro de mim, https://www.4hd.com.br/blog/2026/07/10/minha-ia-tirando-sarro-de-mim/, acessado em 14/07/2026), os especialistas em inteligência artificial apresentam sugestões desconsiderando as limitações do Brasil.

 

Foi revelado que o país deveria investir em geração de eletricidade para atrair investimentos de inteligência artificial. Fonte: IA acelerará países, Brasil está perdido e pode 'ficar em 1500', diz brasileiro que liderou Google, https://www1.folha.uol.com.br/tec/2026/07/ia-acelerara-paises-brasil-esta-perdido-e-pode-ficar-em-1500-diz-brasileiro-que-liderou-google.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo

 

Foi revelado que existe um número recorde de pedidos para conectar grandes consumidores à rede de transmissão de eletricidade brasileira, em alguns lugares a conexão deverá ocorrer depois de 2030. Fonte: Demanda recorde por rede elétrica leva espera a até 5 anos e põe indústria e data centers em disputa, https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/demanda-recorde-por-rede-eletrica-leva-espera-a-ate-5-anos-e-poe-industria-e-data-centers-em-disputa.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo

 

O governo federal criou um sistema em quem em oferecer maior bônus financeiro por cada quilowatt receberá o direito de se conectar à rede.

 

Em outras palavras, as indústrias novas entraram em regime de competição com os datacenters para se conectar na rede elétrica.

 

As indústrias com consumo entre até 50 MW que pedem um aumento de 5% e não sabem se serão atendidas e elas estão competindo com projetos que solicitam centenas de MWatts.

 

Como as empresas planejam as suas expansões com vários anos de antecedência, existe o risco de redução do investimento restrito e da geração de empregos e o crescimento econômico.

O problema não é falta de geração de energia no país. É o gargalo que existe na infraestrutura de transmissão.

No caso dos datacenters existe o problema adicional do uso da água, pois diversos lugares do Brasil ou estão vivendo com o racionamento de água ou estão em situação de fragilidade grave.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Inclusão digital para Brasileiros com mais de 50 anos

Foi revelado que os Brasileiros com mais de 50 anos gastam em média cerca de 1.600 reais por mês e a média da população é de cerca de 1.300. Foi informado que muitas empresas ignoram que a maior parte da população cima de 50 anos não acessa a tecnologia digital para agendar consultas médicas, pagar compras nos supermercados, fazer compras no comercio eletrônico, para usar os serviços públicos, para pagar os boletos etc. Fonte: Empresas mudam estratégia para conquistar consumidores a partir dos 50 anos, https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/07/brasileiros-50-mudam-estrategia-das-empresas-em-mercado-trilionario.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 07/07/2026.

 

A postagem no Instagram ilustra bem o cenário em que os desenvolvedores de aplicativos estão criando dificuldades em vez de amigabilidade. Fonte: https://www.instagram.com/p/DYnMAuVEYrL/?igsh=MTEwMXJsOWV4NGY0aA%3D%3D

 

A aceleração da digitalização está ocorrendo em paralelo com a eliminação de diversas formas de atendimento no Brasil e com a implantação de soluções digitais pouco amigáveis.

 

O reconhecimento facial é uma tecnologia com um grande volume de falhas estruturais de funcionalidade e de segurança e privacidade aqui no Brasil e mesmo assim está sendo implantada em larga escala pelos governos, pelas operadoras de telecomunicações etc.

 

Muitas vezes as soluções de reconhecimento facial são apenas um gasto inútil de tempo e dinheiro, pois elas não agregam valor para o processo comercial. Porque é preciso fazer o cadastro de reconhecimento facial para comprar um smartphone em uma operadora de telecomunicações?

 

Enfim estamos falando de escolhas que só afastam um público que movimentará quase R$ 4 trilhões de todo o consumo no país em poucos anos (35% do PIB).

 

Nos países do primeiro mundo, as empresas contrataram atendentes com mais de 50 anos para auxiliar os idosos durante as compras do dia a dia.

 

A tecnologia deve ser projetada para ajudar as pessoas, não para dificultar a vida dos idosos, por isto as empresas que usarem a tecnologia para o atendimento humanizado e para os serviços personalizados serão as que conquistarão o mercado trilionário dos acima de 50 anos.

 

Nós estamos diante de um enorme processo de transformação da distribuição da idade nas sociedades, isto significa que é preciso mudar urgentemente as práticas de valor agregado negativo.

 

Por causa do preconceito contra o cabelo branco, a indústria de software é basicamente jovem. Estes jovens não entendem das necessidades e dificuldades dos idosos no uso dos aplicativos.

 

Um exemplo bem simples é o cadastro do reconhecimento facial apenas pela câmera de selfie dos smartphones. Em geral o processo solicita a retirada dos óculos e emite instruções por escrito que a pessoa não consegue ler. É só mudar para instruções por voz que o problema desaparece.

 

Apenas com a incorporação das pessoas acima de 50 anos nas equipes de desenvolvimento e configuração dos aplicativos é que teremos o atendimento das necessidades dos idosos.

 

Leituras relacionadas:

 

A humilhação diária, https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2026/06/a-humilhacao-diaria.shtml

 

Como promover inclusão digital para idosos, leitor?, https://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2026/06/como-promover-inclusao-digital-para-idosos-leitor.shtml#comentarios

 

Escassez de mão de obra atinge 80% dos empregadores no Brasil, aponta pesquisa, https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/07/escassez-de-mao-de-obra-atinge-80-dos-empregadores-no-brasil-aponta-pesquisa.shtml

 

Empurrados para o digital, https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2026/07/empurrados-para-o-digital.shtml

 

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Consequências do atendimento

A postagem feita pelo evangelizador do atendimento Roberto Cohen (Nem sempre o atendimento precisa ser bom…, https://www.4hd.com.br/blog/2026/07/02/nem-sempre-o-atendimento-precisa-ser-bom/, acessado em 03/07/2026) é bastante ilustrativa porque ele apresenta argumentos sólidos e robustos para justificar um grau de qualidade de atendimento abaixo do bom nos mercados de baixo nível de concorrência.

 

Quando analisamos as justificativas fica claro que é preciso olhar o outro lado da moeda. No caso, estamos falando do médio para o longo prazo.

 

No curto e médio prazo, os acionistas, investidores etc. olham para um cenário de baixo custo e elevado lucro na rubrica atendimento ao cliente.

 

Tudo seria as mil maravilhas para a abordagem, se não existissem as plataformas de reclamações com elevado nível de influência nas decisões dos clientes e investidores.

 

O grave problema do atendimento pobre é que ele incentiva os clientes a registrarem o caso nas plataformas publicas e privadas de reclamações.

 

O cliente que não sente amores pelo fornecedor, passa a sentir raiva pelas constantes falhas nas entregas e mentiras e com isto ele vira um detrator da marca.

 

Como as plataformas publicas e privadas dão visibilidade para o desempenho das marcas e o mercado globalizado cria o instinto animal dos empresários, então muito usam a inteligência artificial para identificar as fragilidades dos líderes de um determinado mercado.

 

Quando uma fragilidade é de fácil solução (basta entregar as promessas) então as empresas (em geral chinesas no atual momento) entram nas “bolas divididas” para quebrar a concorrência.

 

Um dos casos mais emblemáticos é a entrada da Amazon no Brasil. Em poucos meses ela colocou “na lona” as líderes do mercado de livros (Saraiva e Cultura) e uma plataforma de comercio eletrônico (submarino).

 

A Amazon até hoje não é uma empresa de atendimento excelente no Brasil, mas ela fez o suficiente para entregar as suas promessas e com isto superou com baixo investimento empresas centenárias.

 

Atualmente, estamos vendo fenômeno similar no mercado de entrega de comida, onde as chinesas estão desbancando as líderes de outrora.

 

No mercado de TV por assinatura, nós estamos vendo as empresas americanas de streaming que entraram recentemente no Brasil derrubando as empresas de TV por assinatura.

 

Foi revelado que os serviços de streaming de vídeo fazem parte do dia a dia de 33,4 milhões dos lares em 2025 e a TV por assinatura manteve a trajetória de queda e está presente em 17,7 milhões. Fonte: Streaming chega a 44% das casas, e TV paga tem a menor presença da história (https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/07/02/pnad---streaming-x-tv-por-assinatura.ghtm).

 

No mercado de telecomunicações, o lucro das ligações de voz está em queda livre, porque as pessoas estão usando intensamente os mensageiros que entraram recentemente no Brasil.

 

A qualidade pobre no atendimento aos clientes tem consequências e basta aparecer um investidor que olhe o mercado do ponto de vista de oportunidades para que as pessoas saiam dos serviços de qualidade pobre.

 

A postagem do evangelizador Cohen tem a grande virtude de mostrar o lado do curto e médio prazo das decisões sobre o atendimento nos setores de baixo nível de concorrência.

 

Hoje em dia, os investidores internacionais estão fazendo o papel que as agências reguladoras deveriam estar fazendo. Muitos acham apenas acaso a morte de CNPJs centenários. Não é.

terça-feira, 30 de junho de 2026

"Eu não vim para explicar, eu vim para confundir"

 O artigo “'Recall' no free flow: após 60 dias, governo não conhece efeitos da mudança” (https://www.uol.com.br/carros/colunas/paula-gama/2026/06/30/60-dias-apos-recall-no-free-flow-governo-nao-conhece-efeitos-da-mudanca.htm, acessado em 30/06/2026) revela mais uma faceta da baixa produtividade dos brasileiros causada por decisões executivas pobres.

 

Foi revelado que após três anos depois do início da implantação do free flow, o governo federal recebeu uma grande quantidade de reclamações e suspendeu mais de 3 milhões de multas aplicadas aos motoristas que não pagaram as tarifas.

 

Foi informado no artigo que foi prometida uma plataforma única para a consulta dos débitos (comentário do blog: Sou só eu, ou o sistema não deveria ter nascido assim?).

 

Foi afirmado que a integração entre os membros do ecossistema ainda está em fase de implementação (algo que deveria existir desde a implantação inicial será feito muito tempo depois. Comentário do blog: Que beleza de planejamento).

 

A solução tecnológica e operacional já existe há vários anos em Portugal, Noruega, Chile e Itália. Comentário do blog: É só copiar o que funciona.

 

Foi revelado que no Brasil, a expansão do sistema foi feita em um ambiente tecnológico desintegrado, ou seja, cada membro do ecossistema adotou um canal particularizado para os pagamentos.

 

No país do PIX, não foi possível criar um protocolo de comunicação entre as plataformas para que o usuário use uma interface única para consultar os valores devidos e efetuar os pagamentos.

 

Como o Chacrinha falava. "Eu não vim para explicar, eu vim para confundir".

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Segurança zero

O artigo “Defesa Civil alertou o Brasil de que nossa cibersegurança é um fiasco” (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2026/06/defesa-civil-alertou-o-brasil-de-que-nossa-ciberseguranca-e-um-fiasco.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 24/06/2026) revelou que o Brasil está muito atrasado em relação a cibersegurança e que a desmoralização de sistemas tem um custo claro em vidas.

 

É a famosa estória do menino e do lobo que gritou lobo falsamente que um dia as pessoas passam a ignorar os seus alertas.

 

Em todos os países, que vivem no ano de 2026, o acesso a um sistema de alerta precisa ser validado por uma cadeia de autenticação criptográfica.

 

Ou seja, o roubo das credenciais de um usuário credenciado não gera falsos alarmes, porque diversas entidades que assinaram um termo de responsabilidade precisam validar o alarme.

 

A política de duração limitada por tempo de todas as credenciais e de revalidação obrigatória das senhas, assim como a obrigatoriedade de uso de tokens validadores de curta duração são ferramentas que impedem a desmoralização do importante sistema de alarmes.

 

Algumas pessoas que receberam os alarmes e o sinal sonoro acharam que o seu dispositivo estava sendo invadido, por isto, é importante que as entidades divulguem como o sistema de alarmes funciona.