O artigo “Defesa Civil alertou o Brasil de que nossa cibersegurança é um fiasco” (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2026/06/defesa-civil-alertou-o-brasil-de-que-nossa-ciberseguranca-e-um-fiasco.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 24/06/2026) revelou que o Brasil está muito atrasado em relação a cibersegurança e que a desmoralização de sistemas tem um custo claro em vidas.
É a
famosa estória do menino e do lobo que gritou lobo falsamente que um dia as pessoas
passam a ignorar os seus alertas.
Em todos
os países, que vivem no ano de 2026, o acesso a um sistema de alerta precisa ser
validado por uma cadeia de autenticação criptográfica.
Ou seja,
o roubo das credenciais de um usuário credenciado não gera falsos alarmes,
porque diversas entidades que assinaram um termo de responsabilidade precisam
validar o alarme.
A política
de duração limitada por tempo de todas as credenciais e de revalidação
obrigatória das senhas, assim como a obrigatoriedade de uso de tokens
validadores de curta duração são ferramentas que impedem a desmoralização do
importante sistema de alarmes.
Algumas pessoas
que receberam os alarmes e o sinal sonoro acharam que o seu dispositivo estava
sendo invadido, por isto, é importante que as entidades divulguem como o
sistema de alarmes funciona.
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