O artigo “'Recall' no free flow: após 60 dias, governo não conhece efeitos da mudança” (https://www.uol.com.br/carros/colunas/paula-gama/2026/06/30/60-dias-apos-recall-no-free-flow-governo-nao-conhece-efeitos-da-mudanca.htm, acessado em 30/06/2026) revela mais uma faceta da baixa produtividade dos brasileiros causada por decisões executivas pobres.
Foi revelado
que após três anos depois do início da implantação do free flow, o governo
federal recebeu uma grande quantidade de reclamações e suspendeu mais de 3
milhões de multas aplicadas aos motoristas que não pagaram as tarifas.
Foi
informado no artigo que foi prometida uma plataforma única para a consulta dos
débitos (comentário do blog: Sou só eu, ou o sistema não deveria ter nascido
assim?).
Foi afirmado
que a integração entre os membros do ecossistema ainda está em fase de implementação
(algo que deveria existir desde a implantação inicial será feito muito tempo
depois. Comentário do blog: Que beleza de planejamento).
A solução
tecnológica e operacional já existe há vários anos em Portugal, Noruega, Chile
e Itália. Comentário do blog: É só copiar o que funciona.
Foi
revelado que no Brasil, a expansão do sistema foi feita em um ambiente tecnológico
desintegrado, ou seja, cada membro do ecossistema adotou um canal
particularizado para os pagamentos.
No país
do PIX, não foi possível criar um protocolo de comunicação entre as plataformas
para que o usuário use uma interface única para consultar os valores devidos e
efetuar os pagamentos.
Como o
Chacrinha falava. "Eu não vim para explicar, eu vim para confundir".
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