No artigo “O paradoxo da produtividade da inteligência artificial” (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/roberto-campos-neto/2026/10/o-paradoxo-da-produtividade-da-inteligencia-artificial.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 06/10/2026), o Roberto Campos Neto (ex-presidente do Banco Central do Brasil e vice-presidente do Nubank), explicou como o aumento do nível de produtividade na execução de uma tarefa gera crescimento econômico agregado.
Neste momento,
a reflexão necessária é que o resultado gerado pela inteligência artificial está
diretamente relacionando com o nível de capacitação do usuário (é o velho e
batido refrão: perguntas melhores geram resultados melhores).
Todas as
pessoas podem fazer perguntas genéricas ou especializadas para uma IA, no
entanto é importante destacar que as perguntas genéricas geram resultados
iguais todos (sem diferencial competitivo) e as perguntas especificas e bem elaboradas
geram resultados diferenciados (com diferencial competitivo).
No
mercado, as vantagens competitivas de longo prazo geram lucro superior e,
portanto, geram crescimento econômico agregado, ou em outras palavras, geral aceleração
permanentemente da velocidade de inovação.
As vantagens
competitivas de longo prazo geram ganhos de produtividade que são traduzidos em
crescimento da riqueza. Quanto maior for o nível de capacitação dos usuários da
inteligência Artificial, maior será o crescimento da margem de lucro da
corporação.