Nas postagens “Perguntas melhores, respostas melhores” (https://itgovrm.blogspot.com/2025/10/perguntas-melhores-respostas-melhores.html, acessado em 14/08/2026) e “Usando a IA: Melhores perguntas, respostas melhores” (https://itgovrm.blogspot.com/2025/10/usando-ia-melhores-perguntas-respostas.html) foram explicadas e exemplificadas as razões do porque é preciso qualificar a pergunta para obter resultados adequados da inteligência artificial.
As
afirmações “Ou seja: os profissionais que extraem mais valor da inteligência
artificial não são necessariamente os que a utilizam com mais frequência. São
aqueles que fazem perguntas melhores, questionam as respostas recebidas,
conferem informações e mantêm o julgamento humano no centro das decisões.” e “Interpretação,
pensamento crítico, contextualização e capacidade de julgamento ganham
importância justamente porque a informação nunca esteve tão disponível. O
desafio deixa de ser encontrar respostas e passa a ser avaliar quais delas
fazem sentido.” feitas no artigo “'Workslop': os trabalhos malfeitos por IA que
geram retrabalho, roubam tempo e custam milhões às empresas” (https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/08/14/workslop-como-trabalhos-malfeitos-por-ia-estao-roubando-tempo-e-dinheiro-das-empresas.ghtml)
apenas dez meses das postagens neste blog, revelam que chegou no Brasil o
problema do Workslop.
Felizmente
as lideranças empresariais no Brasil entenderam que a inteligência artificial (IA)
é um modelo matemático, ou seja, simplificação da realidade e que a
qualificação intelectual do usuário de IA impacta o resultado.
Nos
Estados Unidos, o fenômeno já foi entendido e muitas empresas estão contratando
profissionais do cabelo branco com elevados conhecimentos e capacidades para
operar a inteligência artificial e obter respostas relevantes, úteis e
agregadoras de valor econômico.
O custo
da perda de produtividade chegou ao Brasil, e as empresas estão “sentindo na
pele” as perdas monetárias de respostas pobres e dos retrabalhos.
O blog acredita
que as lideranças que ainda não entenderam que a IA não é uma solução mágica
capaz de resolver os problemas de qualificação intelectual da mão de obra
existente em diversos setores da economia nacional vão em breve rever as políticas
contra o cabelo branco nas contratações.
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