quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Golpista fingindo ser policial

O artigo “Rede criminosa no Camboja força brasileiros traficados a aplicar golpes fingindo ser da Polícia Federal” (https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2026/08/rede-criminosa-no-camboja-forca-brasileiros-traficados-a-aplicar-golpes-fingindo-ser-da-policia-federal.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 25/08/2026) revelou o impacto (neste caso para o mal) das soluções de Tecnologia de Informações e Comunicações.

 

Malfeitores localizados fisicamente no Camboja (longe do Brasil) estão conseguindo informações sobre as suas vítimas, sobre os policiais (também são vítimas dos golpistas) e sobre as rotinas policiais brasileiras.

 

Sem entrar no mérito da reportagem e das falhas de segurança existentes, nós estamos diante de uma situação em que a modalidade de trabalho remoto funciona muito bem. Infelizmente não é um bom uso das tecnologias.

 

Foi revelado no artigo que o tamanho da indústria de golpes no Camboja pode estar na casa de US$ 20 bilhões, ou em outras palavras, estamos falando de uma indústria que explora os recursos de tecnologia com elevado grau de produtividade.

 

 

 

 

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