A inteligência artificial (IA) é uma ferramenta que as empresas podem usar ou para reduzir os custos ou para aumentar as suas receitas. Praticamente todos os dias eu sou questionado pelos empregadores sobre quais fatores devem ser considerados para comparar entre a adoção de um agente inteligente e a contratação de um funcionário humano.
O agente
inteligente gera maior lucro quando a atividade realizada tem um elevado volume
de tarefas repetitivas (atendimento inicial, classificação de documentos,
análise de dados e emissão de relatórios), quando os processos são padronizados
(existem regras claras e poucas situações excepcionais), quando a operação é contínua
(demanda suficiente para funcionar 24 horas por dia), quando o custo da tarefa
realizada por humanos é elevado (IA é capaz de executar as atividades com custo
unitário marginal relativamente pequeno), quando existe boa qualidade dos dados
(informações completas, atualizadas e confiáveis), quando a atividade não
depende de empatia, criatividade, negociação ou responsabilidade legal e quando
as decisões podem ser verificadas e corrigidas antes de causarem prejuízos.
O agente
inteligente também pode gerar aumento do lucro quando ele permite que o sistema
empresarial atenda mais clientes sem a necessidade de aumentar a equipe.
A
automação inteligente é vantajosa quando a economia de custos mais a receita
adicional é maior que a implantação mais operação mais supervisão e mais prejuízos
causados por erros.
Nas contas
os salários, encargos, licenças, integração, infraestrutura, segurança,
treinamento, manutenção e supervisão humana devem ser considerados.
Em geral,
o lucro é maximizado quando o agente inteligente complementa o trabalho
realizado pelo funcionário, através da automatização das tarefas rotineiras e da
concentração do empregado nas decisões, nos relacionamentos e nas atividades de
maior valor.
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