terça-feira, 27 de outubro de 2026

Inteligência Artificial e a Maximização do Lucro

A inteligência artificial (IA) é uma ferramenta que as empresas podem usar ou para reduzir os custos ou para aumentar as suas receitas. Praticamente todos os dias eu sou questionado pelos empregadores sobre quais fatores devem ser considerados para comparar entre a adoção de um agente inteligente e a contratação de um funcionário humano.

 

O agente inteligente gera maior lucro quando a atividade realizada tem um elevado volume de tarefas repetitivas (atendimento inicial, classificação de documentos, análise de dados e emissão de relatórios), quando os processos são padronizados (existem regras claras e poucas situações excepcionais), quando a operação é contínua (demanda suficiente para funcionar 24 horas por dia), quando o custo da tarefa realizada por humanos é elevado (IA é capaz de executar as atividades com custo unitário marginal relativamente pequeno), quando existe boa qualidade dos dados (informações completas, atualizadas e confiáveis), quando a atividade não depende de empatia, criatividade, negociação ou responsabilidade legal e quando as decisões podem ser verificadas e corrigidas antes de causarem prejuízos.

 

O agente inteligente também pode gerar aumento do lucro quando ele permite que o sistema empresarial atenda mais clientes sem a necessidade de aumentar a equipe.

 

A automação inteligente é vantajosa quando a economia de custos mais a receita adicional é maior que a implantação mais operação mais supervisão e mais prejuízos causados por erros.

 

Nas contas os salários, encargos, licenças, integração, infraestrutura, segurança, treinamento, manutenção e supervisão humana devem ser considerados.

 

Em geral, o lucro é maximizado quando o agente inteligente complementa o trabalho realizado pelo funcionário, através da automatização das tarefas rotineiras e da concentração do empregado nas decisões, nos relacionamentos e nas atividades de maior valor.

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