O artigo “Rede criminosa no Camboja força brasileiros traficados a aplicar golpes fingindo ser da Polícia Federal” (https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2026/08/rede-criminosa-no-camboja-forca-brasileiros-traficados-a-aplicar-golpes-fingindo-ser-da-policia-federal.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 25/08/2026) revelou o impacto (neste caso para o mal) das soluções de Tecnologia de Informações e Comunicações.
Malfeitores
localizados fisicamente no Camboja (longe do Brasil) estão conseguindo
informações sobre as suas vítimas, sobre os policiais (também são vítimas dos
golpistas) e sobre as rotinas policiais brasileiras.
Sem
entrar no mérito da reportagem e das falhas de segurança existentes, nós
estamos diante de uma situação em que a modalidade de trabalho remoto funciona
muito bem. Infelizmente não é um bom uso das tecnologias.
Foi
revelado no artigo que o tamanho da indústria de golpes no Camboja pode estar
na casa de US$ 20 bilhões, ou em outras palavras, estamos falando de uma
indústria que explora os recursos de tecnologia com elevado grau de
produtividade.