terça-feira, 2 de junho de 2026

Mais com menos

Foi revelado pelo Observatório da Produtividade da FGV mostram que a Produtividade Total dos Fatores (PTF) cresceu apenas 0,3% ao ano entre 1981 e 2019. Fonte: Produtividade e crescimento sustentável, https://www1.folha.uol.com.br/colunas/roberto-campos-neto/2026/01/produtividade-e-crescimento-sustentavel.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 02/06/2026.

 

Foi revelado no estudo do IBRE/FGV que entre 2019 e 2024, o crescimento da produtividade por hora trabalhada foi de 0,28% ao ano. Fonte: Por que a produtividade do trabalho no Brasil está estagnada, https://noticias.unb.br/artigos-main/7926-por-que-a-produtividade-do-trabalho-no-brasil-esta-estagnada.

 

Diversos estudos confirmam que a produtividade do trabalho realizado pelo brasileiro vem crescendo em taxas extremamente baixas nos últimos 40 anos.

 

Estamos falando de um período em que o Brasil passou tanto pela revolução do computador, quanto da internet, quanto do comercio eletrônico, quanto do governo digital, quanto das moedas digitais etc.

 

Em 1981 pagar uma conta, fazer uma pesquisa, receber informações sobre um determinado assunto, fazer uma pesquisa em jornais, revistas, livros etc., fazer uma pesquisa de preços, procurar um emprego, selecionar um funcionário etc. demorava muito.

 

Para os casos relacionados com pagamentos, a demora era de várias horas e para os casos de pesquisa, informações etc. a demora era de diversos meses ou anos.

 

Em 2024, estas atividades demoram apenas alguns segundos, ou seja, o país está claramente em um momento amplo, geral e irrestrito de disponibilidade de recursos digitais de alta performance.

 

Em um cenário de facilidade de acesso aos recursos que eliminaram o desperdício de tempo e dinheiro como explicar um nível pífio para o crescimento da produtividade.

 

Muitos olham para o fenômeno e vaticinam que o problema é falta de qualificação dos trabalhadores brasileiros. No entanto, todos os estudos sobre qualificação reconhecem que o nível educacional dos brasileiros cresceu com boa intensidade nos últimos 40 anos, ou seja, existe espaço para melhorar a qualificação dos profissionais, mas não é ela o gargalo do baixo crescimento da produtividade.

 

Se olharmos com atenção, vamos descobrir que no Brasil processos realizados em 1981 ainda estão sendo realizados em 2026 com um nível mínimo de mudanças.

 

Vou destacar um dos casos mais gritantes que eu conheço. Quando uma pessoa vai ao médico em diversos casos ela recebe uma receita em papel sobre exames que ela deve realizar.

 

Já existem tecnologias para receitas em formato digital, mas ainda faz parte do nosso dia a dia as receitas em papel carimbadas e assinadas pelo médico.

 

Nota mental, em função da elevada quantidade de receitas furtadas, roubadas, falsificadas etc. não seria o caso de deixar a tecnologia obsoleta do papel e migrar para a modernidade da receita digital?

 

Voltando ao foco do assunto em pauta. O paciente agenda em um laboratório a realização dos exames e a clínica solicita que ele envie a receita.

 

No dia do exame, o paciente vai até a clínica com a receita original e gasta algumas horas (em alguns laboratórios são muitas horas) apenas para reapresentar as mesmas informações enviadas e assinar um papel (analógico) reconhecendo que entendeu as regras para a realização dos exames.

 

É mais um papel que será digitalizado no futuro ou armazenado em um arquivo físico gerando custo e manutenção para o laboratório sem gerar benefício operacional.

 

No final do processo, o paciente sai da clínica com os resultados dos exames em papel para que eles sejam avaliados pelos seus médicos.

 

Em muitos casos o histórico da evolução do paciente é de difícil apuração pelos médicos (ou consome muitas horas), pois os papeis analógicos dos resultados dos exames são perdidos com o passar do tempo.

 

As tecnologias de receituário e prontuário eletrônicos estão disponíveis para o setor de saúde brasileiro, no entanto, muitos estão executando processos de 1981 em 2026.

 

Apesar do exemplo na área da saúde, ela não é a única que executa processos de 1981. Nós encontramos tais distorções no setor financeiro, no varejo, no governo, na indústria etc.

 

Quando um cliente recebe uma conta com quinze dias de atraso em relação ao seu vencimento, isto significa que todo o trabalho realizado pela cadeia produtiva é apenas um custo inútil, ou em outras palavras, produtividade negativa.

 

Quando uma firma de grande porte implanta um sistema digital sem a participação dos usuários, ela está executando um processo de 1981 e gerando custo sem benefício algum para a organização e para os seus clientes.

 

Já passou da hora de olhar a produtividade apenas na ótica do nível educacional dos trabalhadores. É preciso executar os processos com olhos nas tecnologias existentes em 2026.

 

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Demissões causadas pela IA: Conveniência ou realidade?

Os anúncios de demissões associadas com a Inteligência Artificial (IA) são uma realidade em determinados setores da economia, mas também uma conveniente justificativa usada pelas empresas para justificar os cortes na necessidade de mão de obra, pois em diversos casos as causas estão relacionadas com o crescimento dos custos e com um desempenho financeiro pobre.

 

Causa. A IA substitui as atividades repetitivas como o atendimento aos clientes e usuários, como a entrada de dados e como análise básica das informações. Foi revelado que o banco de investimentos Goldman Sachs acredita que cerca de 7% dos trabalhadores nos Estados Unidos podem ser substituídos pela IA nos próximos anos (Demissões causadas por IA têm impactos duradouros sobre trabalhadores, diz pesquisa, https://sitepd.org.br/2026/05/12/demissoes-causadas-por-ia-trabalhadores-pesquisa/, acessado em 01/06/2026).

 

Conveniência. Diversos executivos justificam as demissões causadas pela IA deixando de mencionar que o aumento do custo impactou negativamente o desempenho financeiro da organização.

 

Muitos estão usando a IA como desculpa para justificar as demissões porque esta narrativa suaviza o entendimento da sociedade sobre as demissões em massa.

 

As grandes empresas como a Meta, Microsoft, Nike, Salesforce e Amazon anunciaram cortes de milhares de postos enquanto expandiam os seus investimentos em soluções inteligentes.

 

Muitos não querem admitir que a real causa das demissões é o desempenho financeiro pobre da organização, pois existe um risco elevado de que nestes casos, a alta administração seja entendida como a verdadeira causa do mau resultado da empresa.

 

Conclusão

 

A inteligência artificial está sendo utilizada para substituir algumas funções nas empresas, no entanto, a onda atual de demissões nas organizações é causada pela pressão financeira dos investimentos realizados em projetos fracassados.

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Lições aprendidas

Recentemente eu presenciei algo que acreditava que estava extinto na organização de tecnologia e comunicações. A funcionária do caixa de uma cafeteria famosa estava reclamando na semana passada que o sistema do caixa mudou e ela não recebeu o treinamento para usar o novo sistema.

 

Este tipo de erro era comum no começo da segunda década do século XXI e existiu a proposta de “varrer do mapa” este erro com a adoção de uma das melhores práticas de TI disponíveis no mercado.

 

Tanto o gerenciamento das mudanças, quanto o das publicações exigem a participação dos usuários no processo de publicação de uma mudança.

 

Neste momento, eu quero destacar o desafio da produtividade corporativa. A mudança do sistema sem a participação dos usuários gerou um caos em diversas lojas da cafeteria (ou em todas. Eu presenciei em duas).

 

A perda de produtividade dos funcionários foi gigantesca e foi causada pelo uso de um processo de mudança e publicação fracassado.

 

O investimento realizado no novo sistema de caixa foi jogado no lixo porque a alta administração não foi capaz de exigir da organização de tecnologia a adoção de processos robustos e consistentes.

 

Considerando que o ocorrido foi em uma das maiores e melhores redes de cafeteria no Brasil, fica claro que as lições dos projetos anteriores fracassados não foram entendidas pela alta administração de algumas corporações.

 

O artigo “Brasil, o país que abre mão do desenvolvimento” (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2026/05/brasil-o-pais-que-abre-mao-do-desenvolvimento.shtml, acessado em 25/05/2026) revela um outro exemplo de lição não aprendida no território nacional.

 

No artigo citado acima, foi revelado que o russo Boris Davidovitch explorou a extração de monazita no Brasil de forma predatória e com isto virou multibilionário.

O artigo também revelou que o Brasil voltou a exportar monazita bruta em 2026 e novamente não investe em qualificação para dominar o processo de produção de óxido de térbio.

 

O valor de mercado da monazita bruta é de dez dólares por quilo e o valor de mercado do óxido de térbio é de mil dólares o quilo, ou seja, estamos repetindo o padrão das capsulas de café em que a Suíça ganha bilhões com o café produzido no Brasil.

segunda-feira, 18 de maio de 2026

É a métrica. Estúpido.

O "Token Maxxing" chegou no Brasil com o nome de “vale IA”. Foi revelado que os funcionários que mais usam os sistemas inteligentes nas suas atividades são destacados (Empresas distribuem vale IA a funcionários para teste de ferramentas inovadoras, https://www1.folha.uol.com.br/tec/2026/05/empresas-dao-vale-ia-a-funcionarios-para-teste-de-ferramentas.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 18/05/2026).

 

Existem poucas coisas menos inteligentes do que usar uma métrica sem saber como ela deve ser usada.

 

No auge da adoção da velha baronesa pela organização de tecnologia (referência ao evangelizador do Service Desk Roberto Cohen, “Mais um abandona as sombras – goodbye ITIL®”, https://www.4hd.com.br/blog/2026/02/11/mais-um-abandona-as-sombras-goodbye-itil/), a métrica “First Call Resolution” foi amplamente utilizada como padrão de desempenho dos analistas da central de atendimento. A consequência do uso foi que os analistas passaram a escolher os chamados mais fáceis e o negócio perdia dinheiro.

 

Um pouco mais tarde foi adotada a métrica de resolução dos problemas para medir o desempenho dos analistas do segundo nível e o resultado foi maior gasto com a solução dos problemas do que o custo de conviver com o problema. Novamente o negócio perdeu e diversos CNPJs morreram.

 

Estamos entrando em um processo semelhante com o uso da Inteligência Artificial (IA) nas organizações. Usar a IA não significa redução de custos ou aumento do lucro. Existem diversos casos em que o custo para usar a IA foi maior que o resultado financeiro gerado.

 

Parece que estamos andando em “loop” de erros onde as mesmas tolices são feitas de forma recorrente apenas com mudança da embalagem.

 

Já passou da hora de saber que as organizações precisam adotar um conjunto balanceado de métricas que gere um resultado financeiro positivo de longo prazo para medir o desempenho dos colaboradores.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

O que é Token Maxxing?

As corporações nos Estados Unidos, em especial as organizações localizadas no vale do silício estão classificando os funcionários conforme o uso dos sistemas inteligentes.

 

Em outras palavras, o uso da Inteligência Artificial (IA) virou uma métrica de produtividade. É um fenômeno nos Estados unidos que em breve estará presente em diversos países.

 

Como funciona o Token Maxxing

 

Cada palavra enviada para a Inteligência Artificial (por exemplo ChatGPT, Claude, Gemini etc.) é convertida em tokens e as respostas dos sistemas inteligentes geram tokens também.

 

Quanto mais o funcionário usa a IA mais tokens ele gera.

 

Os presidentes de diversas corporações nos Estados Unidos entendem que o uso intenso dos sistemas inteligentes pelos funcionários é um sinal de adaptação deles ao novo modelo operacional do trabalho.

 

No Brasil, os investidores, conselhos administrativos, executivos etc. acreditam que adoção intensa dos sistemas inteligentes vai gerar elevado ganho de produtividade para as empresas.

 

Foi revelado que a inteligência artificial está assumindo as atividades que eram executadas pelos futuros advogados, ou seja, as tarefas repetitivas que ensinavam os futuros advogados a pensar como um profissional foram eliminadas. Fonte: O paradoxo do estagiário, https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/05/o-paradoxo-do-estagiario.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 11/05/2026.

 

Nos Estados Unidos e em especial no Brasil, as organizações que demitiram os profissionais juniores e investiram em agentes de inteligência artificial estão descobrindo que existem situações em que o custo de processamento e do retrabalho é maior que o custo da mão de obra cortada.

terça-feira, 5 de maio de 2026

Quatro em um

Foi revelado que um malfeitor enviou um link e orientou o funcionário da empresa o passo a passo da facilidade e solicitou e recebeu o usuário, senha e tokens. Fonte: Jovem Pan cai em golpe telefônico e perde R$ 175 mil em 40 minutos, https://noticias.uol.com.br/colunas/rogerio-gentile/2026/05/05/jovem-pan-cai-em-golpe-telefonico-e-perde-r-175-mil-em-40-minutos.htm, acessado em 05/05/2026.

 

Foi revelado que o domínio da língua e lógica e do conhecimento sobre o assunto é essencial tanto para passar as instruções para a inteligência artificial, quanto para coordenar o desenvolvimento de um software, ou seja, não conseguir expressar com clareza ou não conseguir organizar as ideias com coerência ou não conseguir interpretar as respostas da inteligência artificial impede a coordenação e supervisão dos agentes inteligentes. Fonte: Gerir agentes de IA é o novo MBA, https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2026/05/gerir-agentes-de-ia-e-o-novo-mba.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo.

 

Foi revelado que 50% da produtividade se deve aos fatores relacionados com o funcionário e 50% com o ambiente empresarial. Fonte: Produtividade baixa? A culpa é nossa?, https://www1.folha.uol.com.br/colunas/samuelpessoa/2026/05/produtividade-baixa-a-culpa-e-nossa.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo.

 

Foi revelado que a produtividade total dos fatores (medida da eficiência com que os insumos econômicos são combinados) cresceu no Brasil apenas 0,3% ao ano entre 1981 e 2019. Fonte: Observatório da Produtividade da FGV.

 

Estas quatro revelações parecem à primeira vista desconectadas, mas na realidade elas estão profundamente conectadas entre elas e com a baixa criação de riqueza da economia nacional.

 

A qualidade intelectual da mão de obra é sem sobra de dúvida um fator crítico de sucesso para a geração de riqueza de uma nação, mas não é o único fator crítico de sucesso.

Entre 1981 e 2019, o Brasil experimentou um gigantesco avanço nos sistemas informatizados que eliminaram e facilitaram uma grande parte das tarefas executadas pelos funcionários das organizações públicas e privadas.

 

Em 2026, a grande maioria das informações para realizar as tarefas operacionais das organizações estão disponíveis para os trabalhadores e são automatizadas, ou seja, basta clicar em um botão.

 

Esta revelação evidencia que o baixíssimo crescimento da produtividade do trabalho no Brasil é causado pela execução de processos inúteis pelos funcionários.

 

Quem estabelece quais processos são executados pelas organizações é a alta administração das empresas e os governos, ou seja, ambiente empresarial.

 

Vou usar um exemplo acontecido comigo para justificar a afirmação acima.

 

Recentemente eu fiz uma compra de 13 reais. Eu paguei a compra com uma nota de dez e duas notas de 2 reais. O funcionário do caixa rejeitou uma das notas de dois reais alegando que ela tinha um pequeno rasgo. O que era verdade.

 

Eu então dei uma nota de vinte reais para fazer o pagamento. E aí começou o drama. Depois de cerca de 30 minutos eu recebi o troco de sete reais.

 

Neste meio tempo, uma fila enorme foi formada no caixa pelas pessoas que queria pagar pela sua compra. Algumas delas desistiram e foram embora por conta da espera excessiva.

 

O resultado disto é que a loja perdeu alguns clientes e me perdeu como cliente por causa desta demora excessiva para entregar um troco de apenas sete reais.

 

O caixa estava tão obcecado em arrumar o troco em seguir um processo inútil, que ele simplesmente ignorou as desistências da fila presencial de pagamento.

 

Qualquer observador econômico é capaz de perceber que a produtividade do trabalho realizado pelo caixa foi negativa (perda é maior que a riqueza gerada), ou seja, ele tem a sua disposição recursos avançados de sistemas computacionais e realiza ações inúteis.

 

Por causa da não aceitação da nota de dois reais ele perdeu diversos clientes. Considerando que o caixa conhecia a dificuldade de dar o troco ele poderia ter aceitado doze reais e não perderia os clientes que perdeu, ou seja, uma decisão pobre gerou grande perda de produtividade.

 

O sistema empresarial que contratou este perfil de qualidade intelectual é responsável também pela geração de pobreza. Não é culpa apenas do funcionário.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Entregas dos pedidos

Foi revelado que as vendas no e-commerce foram de R$ 235,5 bilhões em 2025 e desde 2024 as vendas online superaram as vendas dos shoppings. Fonte: Shoppings enfrentam queda de público e vendas, e lojistas discutem horário de funcionamento, https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/shoppings-enfrentam-queda-de-publico-e-vendas-e-lojistas-discutem-horario-de-funcionamento.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo, acessado em 28/04/2026.

 

É fato que o comércio eletrônico está crescendo no Brasil com taxas bastante aceleradas. Entre 2019 e 2025, as vendas online cresceram quase 90%.

 

Uma taxa de crescimento elevada das vendas pela internet deve ser comemorada, no entanto, a velocidade elevada tornou transparente o problema das entregas.

 

É comum, encontrarmos casos no comércio eletrônico em que o pedido foi entregue em endereço errado ou não foi entregue ou foi entregue com atraso significativo.

 

O pior caso são as entregas erradas nos edifícios residenciais, pois neste caso, quem faz o filtro para a recepção da entrega é a portaria do prédio.

 

Nem os entregadores, nem as portarias estão evitando a entrega errada dos pedidos. Entregas em um endereço erado estão ocorrendo todos os dias no Brasil.

 

Estas falhas geram grandes prejuízos para os comerciantes, pois eles têm que recolher a entrega realizada no endereço errado, ao mesmo tempo em que fazem a entrega no endereço correto.

 

O custo destes erros é elevado, pois os varejistas dependem para recolher a entrega errada ou da disponibilidade de horário do morador ou do tempo de entrega do correio.

 

Já existem tecnologias no Brasil que usam as ferramentas de localização e o roteiro das entregas para que os pedidos sempre sejam entregues no endereço correto.

É de certa forma, surpreendente que estas soluções não estão em uso pelas grandes plataformas de comercio eletrônico e pelos pequenos varejistas.