segunda-feira, 12 de março de 2012

A verdadeira Historia do Gestor de TIC no País das Maravilhas

1. Pela toca do Coelho


Enquanto Gestores de TIC com sua equipe trabalhando o Gestor de TIC, vê o Coelho Branco de colete, carregando uma apresentação PPT no notebook. Supreendido, segue-o até à toca do coelho e cai nele, revelando-lhe a sua longa apresentação de boas práticas, mundo ideal de TIC como um poço e as suas paredes repletas de soluções cheias de tecnologias estranhas,cases e de ROI. Após uma aterisagem segura na sala de reuião, O Gestor de TIC vê uma pequena mesa de vidro maciço e em cima dela havia uma pequena chave dourada. À procura de fechaduras correspondentes, descobre, atrás de uma cortina, a pequena porta e através desta o Gestor de TIC vê maravilhada um lindo cenário de TIC terceirizada. No entanto, a porta é muito pequena para ela conseguir entrar. Mas devido a uma pequena garrafa com uma etiqueta OUTSOURCING, o Gestor de TIC diminui de tamanho ao bebê-la. Infelizmente, esquece-se da chave que entretanto tinha posto em cima da mesa e agora não consegue alcançá-la. No final, descobre um bolo com as palavras INSOURCING escrito e ao comê-lo o tamanho do Gestor de TIC aumenta, e ela fica enorme.



2. A Lagoa de Lágrimas


Como resultado de comer o bolo, O Gestor de TIC cresce até atingir um risco enorme. Triste por não conseguir entrar no CIO do ano, chora tanto que cria um lago de lágrimas. O Coelho Branco atravessa o átrio e ao ver o Gestor de TIC tão grande, deixou cair o notebook e o leque de serviços e produtos enquanto fugia rapidamente. O Gestor de TIC apanhou-os do chão, e como estava sem saída, não parou de refrescar-se com o leque que, sem se aperceber de imediato, reduziu-lhe a altura; mas felizmente ela parou de o abanar antes do seu desaparecimento total da empresa. Entretanto escorregou e mergulhou até ao pescoço no lago de lágrimas que ela própria criou. Aí encontra o Parceiro Rato que acaba por a ajudar a atravessar o lago. Na costa, encontra uma grande quantidade de serviços e outros produtos; todos molhados tentam assim arranjar uma solução para secarem o prejuízo e riscos, preocupados com os RISCOS que poderiam apanhar se continuassem encharcados.


3. Uma Corrida de comitê e Uma Historia comprida


Um CEO decide que os todos devem ser secos através da RFP onde não existem regras excepto a que obriga a correr apenas em círculos. Meia hora depois a corrida acaba e todos ganham, concluindo que todos devem receber prémios. o Gestor de TIC dispõe então, à ordem de CEO , os seus planos que estavam nas mangas como recompensa; ela obtém igualmente uma recompensa, mas no seu caso é apenas um ALERTA. De seguida o Parceiro Rato conta-lhes a sua história longa e triste acerca da origem do seu ódio por Soluções Internas e Fornecedores que prometem o mundo.. O capítulo termina quando o Gestor de TIC deixa finalmente os corredores do átrio.

4.5.6.7.8.9.10.11 e 12
Gestor de TIC conta tudo o que sonhou e retorna a casa, deixando a EMPRESA, que ficou a sonhar o sonho de infância das Maravilhas do Gestor de TIC.



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

UM DIA NA VIDA DE UM TURISTA NA COPA

O alarme da aplicação “acorde na hora certa” do meu tablet tocou as deliciosas musicas selecionadas e eu acordei animado. A primeira coisa que fiz foi checar o app transito para avaliar possíveis atrasos. Depois olhei o portal “amigo do turista” para saber se teremos festas de noite. Que maravilha, hoje é dia da noite italiana no Bexiga. Preciso me preparar para me esbaldar. Programo o tablet para o modo muito exercício e pouca caloria nas refeições do dia. O app “amigos” me informa que é dia do professor e preparo o envio de e-cards para eles. O app “saúde” me ajuda a escolher o café da manhã e envia para a aplicação de hospitalidade do hotel a minha escolha com o horário e mesa. Adoro fazer a primeira refeição com os animados árabes.



Entro no chuveiro e o app “ecobanho” me ajuda a programar o tempo e temperatura da água. Após os revigorantes dez minutos o alarme toca e interrompe a agua. Vou me trocar ajudado pela aplicação “tempo” e escolho a roupa conhecendo a previsão do tempo para a minha rápida viagem para Campinas e festa no Bexiga de noite. Apesar do software não ter bom gosto para as cores e combinações ele ajuda muito na proteção contra o frio e chuva. Eu vou pegar um taxi até o campo de marte e um pequeno voo para o polo de tecnologia.



O tablet me permitiu confirmar a reserva do voo e previsão da saída e chegada e escolher o melhor roteiro de taxi entre a avenida paulista e o campo de marte. Recebi informações sobre o tempo estimado e custo na moeda local, dólar e minha. Logo que entrei no taxi o app sincronizou o roteiro com o computador do taxi destacando para o motorista qual o caminho que escolhi fazer.  Durante o caminho eu leio os meus e-mails e baixo para o modo desconectado as minhas mensagens nas redes sociais. Até chegar a campinas eu vou conseguir ler os jornais do dia publicados no app “hub de noticias”.



Chego a campinas e tenho que esperar apenas um minuto pelo motorista que vai me levar para a fábrica. Como agora posso entrar no modo conectado eu consigo enviar instantaneamente todas as mensagens urgentes de negócio. Percebo que o meu assistente virtual reservou para amanhã o horário das 10h00min as 11h00min para uma reunião com os investidores em um elegante shopping na avenida paulista. O app automaticamente atualizou a agenda integrada com o vestiário é já existem algumas sugestões de roupas conforme o roteiro e tempo. Depois eu terei uma reunião informal com a mídia especializada em tecnologia e depois terei o dia livre para ir aos jogos e festas.



A reunião em campinas foi muito interessante e os representantes de todas as filiais da América do sul estiveram presentes. Recebi uma ligação urgente do escritório do meu país no app ligue fácil grátis” e o Jeffrey explicou com imagens e gestos os cuidados que preciso ter quando alugar o carro para passear pela cidade de São Paulo. Ele reforçou varias questões da legislação do transito sobre cinto de segurança, bebida, faixa de pedestre e celular. Destacou também a importância de olhar periodicamente a situação do transito porque existem mudanças rápidas e bruscas. Outro ponto que ele reforçou foi a questão de usar celular nos bancos. Ele me mandou um vídeo bastante didático e programou a minha agenda para que o app “lei” configure o tablet conforme o ambiente.



A aplicação “voofeliz” solicita atualização dos dados baixados no modo desconectado para nova verificação da situação do transito e voo. Felizmente não existem novidades ruins ou atrasos. O app “bagfeliz” liberou a minha bagagem em poucos minutos e pude partir imediatamente.  Em São Paulo, o motorista recebe a noticia no rádio de um acidente de transito e recomenda a revisão da rota para a paulista. O GPS oferece algumas alternativas interessantes e eu escolho uma. O app automaticamente atualiza o computador de bordo do taxi e vamos embora para a festa da noite.



Cheguei cedo na festa e o meu sistema de navegação me recomenda ir para um bucólico e agradável café nas imediações.  Eu seleciono o Bucks na lista e a aplicação encontra o melhor caminho a pé para lá e apresenta as direções conforme vou andando. O app dispara um alarme toda vez que passo por uma arquitetura histórica do meu interesse. O café é realmente sensacional e me sinto tão confortável que resolvo baixar o ultimo livro do Ricardo Mansur. Fiquei inebriado com o tema governança dos serviços de TI na copa. Pago a conta digitalmente. Ao me aproximar do bexiga percebi o alvoroço da festa e fui imediatamente para a entrada. Realmente o brasileiro de São Paulo é um povo muito amigável. A noite foi inesquecível. Tirei muitas fotos e o app publicou imediatamente todas na minha rede social.



Vou dormir feliz e deitado na cama deixo a minha mente viajar pelo meu gostoso dia. Percebo que sou uma ilha cercada de vários serviços de TI. Fico imaginado como é possível o invisível gerenciamento de serviços de TI fazer um trabalho tão bom.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

TI COMO INDICADOR FINANCEIRO NAS CRISES

O volume de contratações e investimentos e gastos em Tecnologia de Informações (TI) indica de alguma maneira a temperatura operacional da economia nas crises. Vários estudos práticos confirmam o relacionamento entre o aumento do nível geral do emprego com o crescimento dos investimentos em TI. As pesquisas evidenciam numericamente a relação existente entre o indicador da direção geral da economia com o volume de gastos em TI. O relatório “Total Economy Database and 2011 Productivity Brief” (The Conference Board, www.conferenceboard.org, acessado em 01/09/2011) apresenta o relacionamento do crescimento do PIB com os investimentos em TI.



Os gurus da economia estão desenvolvendo várias teorias sobre o forte e intenso relacionamento entre o comportamento dos gastos, investimentos e contratações em TI e o desempenho geral da economia nas crises. A análise dos dados da crise global de 2008 confirma muitas teorias. Infelizmente para a população a prova concreta aconteceu através dos aspectos negativos da crise, ou seja, desemprego, recessão e cortes. A área de TI foi o primeiro departamento corporativo que sofreu significantes cortes orçamentários após a economia mundial entrar em colapso pela crise das hipotecas (ciclo de redução da taxa de crescimento e mergulho na recessão).



Os motivos para este comportamento são de fácil percepção e entendimento. Os investimentos em tecnologia de informações raramente retornam como aumento direto das receitas ou quantidade de clientes. Como eles representam uma grande parcela dos gastos corporativos e impactam com força o lado negativo da demonstração dos resultados, TI é o candidato natural para o primeiro grande corte orçamentário. Todos os trabalhadores em TI nas companhias nos últimos vinte anos já perceberam que no primeiro engasgo da economia, a organização de tecnologia sente quase que imediatamente o poder implacável do machado do corte no gasto, investimento e equipe.



No recente ciclo de recuperação da economia nacional (iniciado no último trimestre de 2009), uma pesquisa experimental mostrou antecipadamente a tendência de reversão do ciclo recessivo pelo crescimento das contratações e aumento dos gastos e investimentos em tecnologia de informações pelas empresas. Isto significa que os números de TI foram os primeiros na fila dos cortes quando as nuvens da tempestade aparecem no horizonte e também foram os primeiros que foram recuperados pela exigência de maior capacidade de atendimento aos clientes.



De uma forma ou outra os gastos, investimentos e contratações em TI estão refletindo com atraso muito pequeno as mudanças no nível de confiança dos consumidores e expectativa futura da economia regional. O comportamento financeiro de tecnologia de informações é muito sensível em relação ao nível de confiança e expectativa atual e futura por causa do tempo de resposta da organização de tecnologia (ele raramente é imediato). Por causa desta característica de construção é preciso realizar um intenso trabalho de planejamento para eliminar os efeitos da baixa velocidade de reação. Normalmente, o vencedor de uma corrida de média e longa duração não é o mais veloz. É o melhor preparado. Em geral, os projetos de TI são de médio e longo prazo em função: (i) requisitos complexos para a implantação dos sistemas, (ii) tempo necessário para o desenvolvimento e teste da tecnologia, (iii) necessidades específicas da administração dos dados e informações e (iv) amplitude dos requisitos para a integração dos sistemas relacionados. Com raríssimas exceções os investimentos nas tecnologias e integração dos sistemas sempre sinalizam as expectativas futuras do crescimento do negócio da companhia.



O nível de externalização e internalização de TI também esta fortemente relacionado com a confiança e expectativa econômica de curto e médio prazo. A terceirização justificada por motivações de negócio futuras (curto prazo) é um estratagema largamente utilizado para suprir as demandas imediatas de mão de obra especializada. Um crescimento nos contratos de curto prazo da mão de obra terceirizada de TI indica aumento da confiança no futuro da economia (existe na operação a execução de um bom e crescente volume de ações de negócio).



A externalização de TI com contratos de longo prazo indica tanto o crescimento da desconfiança na organização de tecnologia (ela não agrega valor aos produtos e serviços oferecidos e vendidos), como o desejo de eliminar ou reduzir os custos estruturais redundantes ou inúteis (expectativa de longa duração para a crise). A empresa quer reduzir as perdas e desperdícios mais significativos, porque o momento de contração mercado exige a redução dos custos e preços para manter as vendas.



Como ninguém terceiriza um centro de lucro é claro para os usuários de negócio que os serviços de TI oferecidos são de baixa importância e relevância em relação aos produtos e serviços vendidos pela empresa no mercado. A eliminação ou minimização destas perdas acontece pela estratégia de redução imediata de custo através da inteligência do mercado. O crescimento do prazo da externalização de TI neste contexto indica de alguma forma o grau da expectativa do mercado para a duração do epicentro da crise. Como o impacto na visão dos usuários de negócio os eventuais problemas na terceirização de tecnologia de informações para o cliente da empresa é baixo ou nulo, isto significa, que a recessão esta eliminando o custo dos trabalhos realizados por TI que são apenas e tão somente um mal necessário e não tem conexão com a realidade da operação do negócio.



O crescimento da internalização de TI indica que os sinais da confiança no futuro da economia são positivos e as empresas estão contratando profissionais experientes, porque precisam de talentos superiores para atender as necessidades de médio e prazo do negócio. O crescimento de longo prazo do mercado consumidor é mais bem endereçado pela contratação de longo prazo de profissionais experientes do que pela admissão de um estranho terceirizado que tem histórico de curta permanência nas empresas.



RESUMO



O aumento dos gastos das empresas em TI que soma valor é um forte indicador de maior volume transacional dentro das companhias. Como a tecnologia de informações que adiciona valor não desperdiça hardware, software, aplicações e pessoas, o aumento dos gastos indica a expectativa de crescimento do volume superior de vendas e faturamento. O giro do mercado registra no momento inicial da transição (recessão para crescimento ou crescimento para recessão) movimentações caóticas que apenas a capacidade do dinamismo do tempo real das aplicações de TI consegue revelar. Enxergar antecipadamente a luz no fim do túnel do mercado através de indicadores efetivos de TI é uma enorme vantagem competitiva para a antecipação do comportamento do mercado nas transições (entrada ou saída das crises).

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

COMO CONQUISTAR CLIENTES USANDO AS REDES SOCIAIS

Parte 1



O cliente descontente de hoje em geral será o ex-cliente de amanhã. É fato que as empresas dependem dos clientes para assegurar renda e pagar salários. No mundo das mídias sociais o relacionamento unidirecional e imperativo das organizações acabou. A estrada foi duplicada e agora ela tem duas direções. Sem sombra de dúvida é um universo mais gratificante e com maior nível de democracia para as oportunidades. No entanto, é preciso aumentar os cuidados corporativos para assegurar e manter a satisfação dos clientes.



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Cliente insatisfeito aborta o relacionamento. Muito dinheiro é gasto apenas em reposição

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Existem muitos caminhos para satisfazer os clientes. No entanto também existem vários atalhos que geram apenas insatisfação e perdas. Estas vias  precisam ser identificadas e entendidas para impedir a utilização de praticas que geram renda negativa.



O rigoroso cumprimento do prazo acordado é um aspecto óbvio de qualquer negócio que é frequentemente ignorado. Na era das rápidas respostas sociais não existe espaço para uma engenharia que anda na velocidade de tartaruga. É preciso buscar o saber profundo corporativo e entender o real papel das certificaçoes no contexto da era do conhecimento. Experiência é um aspecto de enorme peso para o pleno saber, por isto é preciso acabar com o preconceito existente contra o cabelo branco. A carteira de trabalho não pode mais ser analisada como um mero bloco de papel sem sentido. Ela deve ser entendida como o registro do filme da vida profissional do colaborador. Isto significa que as contratações de capital intelectual devem considerar tanto o que está registrado, como o que não esta. 



As respostas da engenharia sobre os produtos e serviços precisam acontecer no mínimo na mesma velocidade da concorrencia e devem ser robustas, corretas, realistas e coerentes para que não pareçam chutes. Não é aceitável a situação em que a resposta não tem relação com a pergunta ou o tradicional (no Brasil) em cinco “minutinhos” lhe atendo.



A postura correta maximiza o gerenciamento do tempo e evita a insatisfação causada pelo atraso. Quando uma interação leva por qualquer motivo mais tempo que o planejado, a importância dos aspectos coerência da resposta e comunicação honesta fica bastante evidenciada. A sinceridade da comunicação permite a escalação da reposta para um nível superior nos momentos críticos sem perdas para a imagem da marca. A coerência comportamental habilita a continuidade evolutiva do atendimento ao mesmo tempo em que mantém o prazo acordado para o atendimento do próximo da fila. Esta simples abordagem oferece a quase mágica repaginação dinâmica da fila em função da prioridade do canal.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O QUE TODO CONSULTOR DEVE SABER

Na vida prática dos brasileiros normais não funciona o estratagema do "eu não sabia" para assuntos legais e fiscais. Os profissionais precisam manter no topo da agenda a preparação legal do seu negócio. É fato que os consultores são contratados pelo conhecimento técnico especializado. No entanto, eles precisam agir como todos os empreendedores e endereçar nas suas atitudes todos os aspectos relatórios. O rígido atendimento de todos os dispositivos legais é o primeiro passo para ser um consultor de sucesso.

QUESTÕES LEGAIS NÃO PODEM GERAR RISCOS PARA O SEU NEGOCIO E NEM GERAR DESCONFORTOS PARA OS CLIENTES.

Nunca pode existir abertura para questionamentos o posicionamento orgânico do consultor em uma corporação. Por mais óbvio que possa ser ele é um consultor e não é um funcionário. São direitos e responsabilidades diferentes que não podem ser misturadas, portanto, o profissional deve assegurar sempre o relacionamento legal com o cliente. Um consultor externo recebe com base em notas fiscais. Não existe direitos trabalhistas tais como férias, décimo terceiro salário, plano de saúde ou direitos compensatórios como convites para festas da empresa, cesta de natal e etc.

Muitas vezes são gerados fortes desconfortos e perdas posteriores pela não separação dos direitos compensatórios. Para evitar a geração de um núcleo nebuloso entre o consultor e empresa é importante explicitar formalmente o funcionamento do controle ambiental do consultor. Ou seja, é preciso definir uma diretriz da quantidade de controle do contratante existente em relação às horas trabalhadas, seqüência de ações e ferramentas e equipamentos utilizados. O controle financeiro é conseqüência da diretriz e estabelece o cronograma de pagamento.

O consultor pode receber semanalmente ou mensalmente em função das horas trabalhadas. Existem também casos em que ele recebe valor fixo independente do volume de trabalho. A forma de relacionamento é também um derivado da diretriz. O consultor deve trabalhar em formato fixo de relacionamento com todos os empregados da empresa para que todas as partes (inclusive fiscalização trabalhista) facilmente reconheçam as relações.

O CONJUNTO FORTE CONTROLE AMBIENTAL, FINANCEIRO E RELACIONAMENTO HIERARQUIZADO CARACTERIZAM UM EMPREGADO E NÃO UM CONSULTOR INDEPENDENTE.

A renda e impostos pagos da atividade de consultoria decorrem das notas fiscais emitidas. Não existem obrigações de retenção de taxas e impostos pela empresa contratante. O consultor é o responsável pelo pagamento dos impostos, taxas, contribuições e etc. decorrentes da atividade da sua própria organização. A organização legal da firma é da alçada da responsabilidade do consultor e ele deve completar apropriadamente a declaração anual de rendimentos caso seja o único dono do negócio. Como qualquer pessoa o consultor é também responsável pela veracidade e acuracidade das informações dos tributos enviadas para a receita federal, estadual e municipal.

A distinção de posicionamento entre empregado e consultor independente precisa estar presente, pois o caminho impacta o cálculo e forma de pagamento dos impostos. Como empregado, é o empregador o responsável pela retenção dos impostos e contribuições relativas ao salário. O consultor independente é o responsável pelo pagamento destes impostos, taxas e contribuições. Neste caso a totalidade da contribuição para o INSS é da alçada do consultor.


O pagamento do imposto sobre as vendas também é da responsabilidade da empresa do consultor. Muitas vezes são vendidos serviços e produtos (por exemplo, a licenças de uso de um software desenvolvido). Ignorar os impostos sobre a venda de produtos nas notas fiscais pode causar problemas.


Se não existir a venda da licença de uso de um software desenvolvido então a propriedade intelectual e autoral dele é da empresa contratante, pois ela pagou pelo serviço de desenvolvimento. O trabalho desenvolvido pelo consultor não pode neste caso ser utilizado em outras situações e o reuso do código não é automaticamente autorizado. É importante destacar estas diferenças para os clientes da propriedade intelectual e direito de uso para que exista proteção do trabalho realizado e direito autoral. Se o consultor não quer abrir mão do direito autoral e intelectual da aplicação entregue para o cliente, então ele tem que pagar o imposto de venda da licença de uso do software.

Se existir apenas uma nota fiscal de serviço, o cliente passa a deter o direito autoral do software mesmo que o consultor prove que criou o trabalho. O cliente tem a força da lei para vencer eventuais barreiras erguidas para exigir os direitos do trabalho comprado. É importante deixar claro o ponto dos direitos para evitar algum mal-entendido posterior. Caso o contrato defina que existe apenas a venda de licença de uso sem perda de direitos do trabalho, então é preciso fornecer uma nota fiscal coerente e pagar o imposto sobre a venda de produto.

A venda da licença de uso do software pode ser feita no formato exclusivo ou não exclusivo. Apenas o portador da propriedade intelectual e direito autoral pode permitir que outros tenham licença de uso. A cobrança pode ser feita como taxa única, anual ou mensal. Quando o consultor concede a licença de uso ela pode ser exclusiva ou não exclusiva (venda de licenças para vários). Quando o cliente exige uma licença exclusiva, em geral existe um aumento da taxa cobrada em relação a não exclusiva.

A consultoria é um negócio igual aos outros e, portanto também é revestido de riscos e responsabilidades. Um profissional que realmente entenda do negócio e queira manter postura profissional e séria deve considerar a contratação de um seguro de responsabilidade profissional e de responsabilidade geral.

Os dois oferecem proteção para as atividades realizadas e eventuais falhas e erros de forma diferente. O seguro de responsabilidade profissional (seguro para erros e omissões) protege o consultor das conseqüências das decisões e ações de consultoria pobremente realizadas. Isto é uma proteção para o seu negócio, cliente e pode ser usado como diferencial competitivo. O valor do seguro mostra via referência de mercado o risco da contratação dos seus serviços. Um baixo risco permite menor custo e preço. Por exemplo, se ocorrer um erro na implementação de um sistema e o seu cliente perder receita por causa da falha, o seguro de responsabilidade profissional é uma boa proteção para o consultor e cliente.

O seguro de responsabilidade geral protege o cliente e consultor de problemas simples que muitas vezes são ignorados ou desprezados pelas partes. Está iniciativa simples e barata mostra o seu nível de seriedade e comprometimento com o trabalho. Por exemplo, um escorregão ou derramamento de café quente sem querer com conseqüências dentro do seu escritório ou do cliente é protegido pelo seguro. Ter na parede estas apólices mostra um excelente domínio do negócio, favorece a criação de ambiente de confiança e simplifica e reduz os custos.

Para marcar o importante gol do seguro é preciso que as reclamações reais virem ocorrência da cobertura do seguro. O seguro de responsabilidade é baseado na ocorrência. Ou seja, um incidente que a sua empresa está envolvida em primeiro de Janeiro coberto pela apólice de seguro da companhia QKK será de responsabilidade dela mesmo que a sua empresa tenha trocado de seguradora no último dia de Janeiro daquele mesmo ano.

Para que o seguro seja efetivo é preciso entender que a forma de entrega dos trabalhos da sua empresa de consultoria determina a opção da organização societária. Mesmo quando existe um único dono é o formato societário da organização que determina a quantidade e freqüência dos relatórios e nível de proteção legal necessária. A sua empresa pode vender apenas serviços ou produtos ou serviços, pode ser uma sociedade anônima ou limitada. Enfim é preciso ter clareza do propósito do negócio para esta escolha. Uma companhia apenas de consultoria não pode vender produtos como licença de uso de um software desenvolvido. Uma sociedade com vários sócios tem a vantagem de dividir os riscos legais com várias pessoas.

A opção da organização do negócio é uma escolha de fundamental importância para uma consultoria, pois ela define o nível de proteção legal e risco pessoal do empreendedor. O formato da sociedade tem, no entanto a contrapartida do conjunto de impostos e taxas e intensidade e freqüência dos relatórios. Uma sociedade anônima exige tanto a declaração formal de rendimentos e documentação formal das reuniões. A organização do negócio como cooperativa é uma opção interessante para grupos sólidos de consultores. Existe também nesta estrutura a necessidade de formalizar, documentar e arquivar os contratos estabelecidos e as reuniões realizadas.

A estrutura organizacional como empresa limitada de um único dono reduz sobremaneira a necessidade de formalizar, documentar e arquivar os contratos estabelecidos e as reuniões realizadas. Para os consultores que não gostam de documentar e comunicar internamente ela é uma opção interessante. De uma forma ou outra os impostos, taxas e contribuições e os papéis, responsabilidades e riscos são equivalentes em todos os formatos e por isto a escolha por um ou outro modelo deve ser feita conforme o conjunto de desejos e necessidades do consultor.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A INFLUÊNCIA DO NÃO NEGÓCIO NO ITIL®

A imagem abaixo é uma excelente metáfora visual sobre como a importância da visão holística do negócio para as melhores praticas de tecnologia.




Figura 1

Existem publicados centenas de trabalhos mostrando o impacto da Tecnologia de Informações e Comunicações (TIC) nos negócios corporativos de pequeno, médio e grande porte. A solução da metáfora visual acima passa pelo entendimento do relacionamento entre TIC e lucro corporativo.

INTRODUÇÃO

O artigo “Tecnologia: como ela interfere nas vendas e no dia a dia dos clientes” publicado no portal www.hsm.com.br em 22/11/10 oferece a primeira pista para a solução da metáfora visual. A nota “Empresas de valor investem em infraestrutura de TI” publicada no mesmo portal em 26/11/10 resume com maestria e sem soberba a questão do relacionamento entre tecnologia de informações e comunicações, negócio e lucro corporativo.

Apesar dos diversos casos de sucesso, os representantes da indústria nacional de TIC continuam buscando nos fatores externos as causas para os resultados pobres alcançados. O artigo “Real valorizado adia "sonho indiano"” publicado no portal www1.folha.uol.com.br em 25/11/10 retrata as ponderações do executivo da associação patronal da industria de TIC sobre as dificuldades de competição com a Índia. A chamada vocação para ser “a nova Índia” em exportações de serviços de programação de software alardeada pelo setor nos últimos anos passou a ser revista. Segundo o executivo da associação é o problema do custo total da mão de obra que torna as exportações praticamente proibitivas. A produtividade não aparece em momento algum como um entrave.

É bastante interessante comparar o que é dito em 2010 com o que foi declarado em 2008 na divulgação da Política de Desenvolvimento Produtivo do governo federal que desonerou as exportações de software e serviços para alcançar o objetivo de quadruplicar as vendas externas. Os artigos “PDP: O governo faz a usa parte” e “É bom, mas pode melhorar” publicado na revista ComputerWorld 495 paginas 14 e 15 e 16 e 17 respectivamente em 28-05-08 mostram o mesmo executivo satisfeito com a nova situação do custo total da mão obra e confiante no alcance da meta de ser um dos cinco centros globais de TO no século XXI.

A nota “Real valorizado adia "sonho indiano"” do portal UOL mostra a evolução do crescimento das exportações do Brasil que saltou de US$ 2,2 bi em 2008, passou pelo patamar de US$ 3 bi em 2009 e alcançou US$ 4 bi em 2010. Os números mostram que o objetivo de meta de quadruplicar as exportações ainda esta bem longe da realidade da nossa indústria. Os textos deixam bastante claro que no passado as principais preocupações estavam relacionadas com a taxa de cambio e o custo total mão de obra. Após três anos passados de reclamações e soluções elas ainda persistem como causa do resultado pobre. O tema produtividade continua sendo ignorado pela indústria e empresas usuárias de tecnologia. Usando a expressão mais comum de uma melhor pratica, a causa raiz do resultado pobre continua existindo. A metáfora visual em conjunto com a persistente pobreza gerencial mostra porque é tão difícil encontrar portais como o da figura 2 de RESULTADO SUPERIOR em termos financeiros e ambientais.

PAPEL DA CENTRAL NO LUCRO

A central de serviços tem atualmente um reconhecido papel na geração do lucro corporativo. Uma das formas mais fáceis e simples de encontrar no balanço das empresas esta contribuição é a avaliação da demonstração de resultados (DR) e fluxo de caixa. Na coluna despesas do demonstrativo temos a conta da depreciação dos ativos. Por ser uma conta de despesa, ela reduz o lucro líquido, logo, quanto maior ela for menor será o lucro.

Um ativo de Tecnologia de Informações e Comunicações é em geral depreciado em cinco anos. Isto significa na prática que a empresa reserva 20% do valor do ativo via depreciação para a sua reposição após a vida útil. É possível dizer que em termos financeiro é uma operação de poupança programada.

A central passa a ser um enorme gerador de lucro de longo prazo quando ela simplifica a operação e consegue estabelecer arquitetura de tecnologia de informações e comunicações que demanda por uma reposição de ativo menos complexo e de menor preço. Daquela poupança programada para repor o ativo totalmente depreciado pode sobrar muito dinheiro se as decisões da gestão dos últimos anos permitirem a compra de um ativo mais barato. Milhões de reais podem ser transformados em lucro.

Outra forma de poupança programada pelas empresas para repor os ativos é via CAPEX. Em geral é adotado para os ativos de TIC um ciclo de vida de quatro anos e portanto 25% do valor de aquisição do ativo é reservado do fluxo de caixa anual para formar o capital necessário para reposição do bem após quarenta e oito meses. Boas decisões da central que aumentam o ciclo de vida do ativo (por exemplo, aumento para sessenta meses) conseguem causar um profundo impacto no fluxo de caixa e gerar substancial aumento do lucro de longo prazo.

QUANDO O NEGÓCIO DESISTE DO LUCRO

No entanto de nada adianta a boa atuação da central de serviços se existe a opção pelo não negócio pelos gestores. Nos últimos meses ocorram dois casos formatados nesta situação na cidade de São Paulo que chamaram a atenção. O primeiro é o dado pela notícia “Vazamento de GNV em posto provoca explosão em SP” publicada em 05/10/2010 no portal www.uol.com.br.

Até o começo da primeira quinzena de Dezembro de 2010, o posto estava lacrado e fechado por causa do incidente. Quer o problema tenha sido causado por falhas de manutenção ou de operação, o resultado é o mesmo. Não existe negocio, faturamento e lucro. Só acontecem despesas. Os funcionários mesmo que ainda estejam recebendo o salário em dia sabem que a atual situação não é sustentável.

Depois do impacto nos outros negócios próximos do posto (paralisação das atividades e vendas no dia da explosão) qual será a reação da comunidade se o posto for reaberto? Será que ela não irá pressionar as autoridades por medidas adicionais de segurança? Será que os clientes vão correr o risco e aparecer? Será que o investimento para reabrir é sustentável? Qual será o destino do empreendimento, funcionários e empregos? Por enquanto a única certeza é a ausência de negócio.

O segundo caso ocorreu em um famoso shopping próximo da avenida paulista no primeiro subsolo no corredor do banheiro em 28/10/10 às 12h30min. Uma pessoa reclamava com um dos funcionários do shopping: "Este engenheiro é muito ruim fechou o fluxo de ar" foram as suas palavras. A reforma para a construção do ESPAÇO PETIT fechou o corredor com uma porta de madeira, interrompendo o caminho natural do fluxo de ar e gerando um aumento desnecessário e indesejada na temperatura do ar no corredor.

A maior quantidade de calor vem demandando por uma maior necessidade de refrigeração do ar condicionado gerando como conseqüência o aumento no consumo de energia elétrica e respectivo gasto de dinheiro pelo condomínio do shopping. A despesa extra gerada inutilmente por uma falha no projeto será repassada para todos os lojistas no acerto mensal de contas do condominio. Todos os esforços do varejo de otimização dos processos pela adoção de melhores práticas serão jogados fora pelo aumento desnecessário das despesas. Não adiantou reduzir custos com a tecnologia. O problema não para por aí, pois existe a questão ambiental de desperdício de energia que impacta diretamente as campanhas do varejo de proteção ambiental.

Estes exemplos simples mostram que a central de serviços não faz verão sozinha. É preciso que os gestores do negócio tenham em mente que muito dinheiro esta sendo jogado no lixo neste exato momento e eles precisam agir no sentido de eliminar o não negócio para que a adoção do ITIL possa resultar em maior lucro.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

CASO METRÔ SÃO PAULO

“21/09/2010 - 18h14 - Após manhã de caos, Metrô de SP opera normalmente na noite desta terça-feira” - http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/802548-apos-manha-de-caos-metro-de-sp-opera-normalmente-na-noite-desta-terca-feira.shtml

Abilolamos? Existe algum relacionamento entre o trabalho da central de serviços e o metrô? Será que existe alguma relação entre o incidente apresentado no portal www.uol.com.br e o dia-a-dia da central?

Para responder estas e outras perguntas é preciso entender dois conceitos básicos e simples do ambiente de negócios do metrô. O primeiro é o comportamento do usuário. Tal qual o usuário de TI, o passageiro do metrô não precisa conhecer nenhum dos aspectos técnicos do sistema de transporte.

Conhecimentos pelo usuário sobre linhas de transmissão, motores elétricos, softwares e hardwares são totalmente desnecessários para o correto e efetivo uso do sistema. Outra característica comum entre o usuário de TI e do metrô é que ele vem ficando cada vez mais exigente em função da boa experiência passada. O cliente busca nestes dois casos aumentar cada vez mais a elasticidade do serviço. Igualmente ao que ocorre com TI, o usuário do metrô assume que a disponibilidade e performance do serviço é bastante elevada (em alguns casos existe o entendimento que o céu é o limite pela não visualização do investimento), pois não existem parâmetros e métricas do nível de serviço oferecido. Muitas vezes existe o desejo do sistema compensar atrasos de outros.

A característica Controle, Transparência e Previsibilidade (CTP) é fortemente presente como necessidade, pois o usuário típico do metrô de São Paulo quer previsibilidade nos horários das partidas e tempo de viagem.

A segunda questão esta relacionada com o capital intelectual. Para o usuário, o nível de satisfação esta diretamente conectado com o endereçamento da sua necessidade. Em outras palavras, o usuário precisa entender o funcionamento da malha de transporte, interconexões modais e pontos de entroncamento dos trens para ter efetividade na sua necessidade de mobilidade. O nível de satisfação com os serviços de transporte do metrô e soluções de TI esta fortemente relacionado com a capacidade do usuário de explorar o sistema. Ele precisa entender as regras do negocio para explorar os recursos com efetividade.

Da mesma forma que o usuário de TI apresenta comportamento não lógico em diversas situações (qual central não recebeu reclamação por falta de emails com pedido para resolver questões da infraestrutura da Internet), o usuário de metrô também apresenta comportamentos fora da lógica que prejudicam a performance do sistema. Muitos que pagam para fazer exercícios em academias durante horas não conseguem fazer uma viagem de dez minutos em pé. Alguns ficam posicionados em aglomeração nas portas causando desconfortos e reduzindo a velocidade de entrada e saída das pessoas causando atrasos. Outros como no caso do incidente assumem postura de colocar a sua vida em risco ao entrar em locais proibidos. Também existem os que transformam um pequeno incidente em uma situação de alto impacto ao entrar nos trilhos eletrificados e obrigar o desligamento da energia (para evitar mortes) gerando efeito cascata de paralisação de todo sistema.

O usuário de TI também apresenta comportamento perigoso similar (no mundo virtual) ao navegar em páginas (ou instalar programas) contaminadas por pragas que são capazes de paralisar em poucos minutos o funcionamento de todos os computadores de toda a rede corporativa.

Comportamentos de replicar desnecessariamente para todos respostas que interessam apenas um ou dois usuários são atitudes similares aos que ficam nas portas dos trens do metrô impactando a entrada e saída das pessoas e gerando atrasos, perdas e desperdícios. Nos dois casos existem muitos avisos e alertas, mas o capital intelectual ainda não é maduro o suficiente para entender que a atitude gera custo maior. Em um caso as perdas e desperdícios são pagas pelos extravagantes 40% do PIB recolhidos como impostos, taxas e contribuições ou pelo bilhão de reais pago pelos brasileiros mais pobres pela falta de capacidade do atual governo em diferenciar moradia popular e casa de férias dos mais ricos. No caso de TI a conta é paga via menor salário em função da redução da lucratividade do negócio.

Da mesma forma que existem em TI os espertos seguidores da lei de Gerson que Buscam maneiras e formas para burlar as leis trabalhistas e obtém como resultado empresas cada vez menos lucrativas e competitivas, o acidente do metrô mostrou que a falta de bom senso e maturidade intelectual dos usuários gerou atrasos muito maiores, enormes desconfortos, muitas perdas e riscos exagerados.

As semelhanças dos dois casos devem ser vistas pela central de serviços como oportunidades de melhorias e agregação de valor. É cada vez mais evidente que a antiga crença que a central só oferece oportunidades para o primeiro emprego de estagiários e recém formados esta sepultada. O valor da central será tanto maior quanto for o seu capital intelectual coletivo onde os comportamentos de risco dos usuários sejam antecipados e eliminados. Muitas perdas e desperdícios podem ser evitados e muito dinheiro pode ser economizado.